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Sasshin no Shoukan: Yottsu no koui – Kisei
Topic Started: Mar 1 2011, 06:55 PM (2,305 Views)
Inu-Yasha
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Walker of the Darkness
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Mantendo-se distante de todos, Sato observa a confusão que havia começado depois que o garoto derrubou todos começar a diminuir até ficar apenas algumas pessoas que parecia ou sonolentas, ou sem a menor vontade de estudar.

Adentrando o predio, Sato deu de cara com a recepção onde podia ver duas salas, uma da direção outra a secretaria, e as escadas logo em frente, e tanto para a direita como para a esquerda corredores que levavam para as salas de aula, onde alguns alunos entravam.
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Nogima Sato
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[align=center][dohtml]<div style="width: 425; text-align: justify; line-height: 140%;">

Não havia nada para fazer. Estar ali era como estar num lugar onde tudo era tão chato e estranho que não havia nenhuma vontade de permanecer ali. Não havia motivação, não havia desejo, não havia nada que não fosse aquela sensação de que o tempo passava de uma forma lenta e cansativa. Houve uma pequena confusão a respeito do que havia acontecido perante a atitude estúpida daquele garoto desconhecido, como se tudo fosse tão comum e normal. Permanecia longe, apenas olhando e esperando tudo terminar, e nem Milena desaparecer de meu campo de visão mudou as coisas. Não sabia o que pensar, não sabia o que sentir, tudo estava confuso e estava ficando cada vez mais cansado de tudo. Meu animo desaparecia, e via tudo aquilo como uma tremenda chatice.<p>
Demorou um pouco para que as coisas terminassem e eu pudesse voltar a minha velha e desconhecida rotina de não fazer nada e não saber o que fazer. Esperei até a ultima pessoa que pudesse aparecer por ali por atrasado ou outro motivo qualquer, e quando senti que já poderia fazer algo, voltei a andar. Confesso que não mudou nada minha perspectiva durante todo aquele tempo que permaneci ali parado, e também que sentia que as coisas estavam ficando cada vez mais complicadas para mim, e acima de tudo, sentia que era necessário mais do que nunca saber quem eu era.<p>
Seguia o caminho dando em uma escada e, logo depois, em um corredor que ligava a outros. Não havia muita sinalização e, mesmo se houvesse, não iria fazer muita diferença já que não sabia para onde ir. E, pelo jeito, teria que fazer o que parecia ser o mais obvio. Caminhei em direção a secretaria, batendo na porta com três leves batidas pausadas, entrando logo depois. - Com licença. Disse de forma simples e suave, esperando que houvesse uma resposta e que pudesse concluir logo aquela parte.

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Inu-Yasha
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Walker of the Darkness
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Sem muita noção do quer deveria fazer, ainda mais em um lugar não muito explicativo, Sato seguiu até a secretaria onde adentrando a sala pode ver alguns shinigamis, todos usando o uniforme preto, sendo que um estava usando uma faixa no braço. Todos se olharam até que uma mulher de cabelos curtos pretos, aparentando entre trinta a trinta e três anos se aproximou de Sato.

Secretaria: --Você deve ser o novato, certo? Cade o Nakamura ele deveria estar com você.
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Nogima Sato
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[align=center][dohtml]<div style="width: 425; text-align: justify; line-height: 140%;">

Fiquei caminhando por um lugar desconhecido por um bom tempo. Porque? Porque não sabia o que fazer e mudava de idéia muitas vezes durante aquela longa caminhada. Naquele momento, estava embriagado com sentimentos confusos, que faziam com que o certo fosse errado e o errado fosse o certo, que me faziam desistir de continuar com aquilo e que me faziam ir para frente e descobrir quem eu era. Não entendia o porquê de tudo aquilo, não entendia nada do que acontecia, e no fim, tudo que me restava era apenas aquela confusão que me fazia criar um mundo alternativo perante meus olhos, como se parte de mim quisesse fazer com que tudo fosse apagado para todo o sempre, e outra parte quisesse com que tudo fosse relevado de uma vez.<p>
Quando dei por mim, estava em frente a uma sala, olhei rapidamente em volta e o silencio ainda pairava por todo o lugar, deixando com que fosse apenas uma mera pessoa no meio daquele corredor imenso e piso frio de madeira. As pessoas que entraram antes já deveriam estar estudando, como me foi informado, o que não me interessava muito. De qualquer forma, quando abria a porta me deparava com algumas pessoas por ali, o que não ajudou muito. Quando entrava, tinha uma quantidade razoável de pessoas lá dentro, todos trajando roupas parecidas com a que vestia, tirando que, aparentemente, havia uma hierarquia que era formada pelas roupas, determinando o que diabos cada um era. E, pelo jeito, não era nada de importante.<P>
Aparentemente todos que ali estavam fizeram uma movimentação, mas somente um que interagiu realmente comigo. Uma mulher, que não fiz muita menção de ver como ela. Se aproximou e começou a falar. Fiquei em silencio até ela terminar, mantendo uma posição defensiva e afastando um pouco dela, não olhava diretamente nos olhos ou qualquer parte do corpo dela, apenas olhava em volta como se estivesse numa péssima situação. O que era bem a verdade para a ocasião. Em partes, ela estava certa sobre o que falava, naquele momento concordava com a afirmação sobre ser novato com um balanço simples de cabeça. Seguinte, não fazia idéia do porque ela perguntou, alias. - Quem é esse tal de Nakamura? Disse, de forma simples olhando para ela, como tinha ganhado uma distancia, tinha um alcance visual melhor e pude pegar uma área maior dela. Novamente, deixei com que se passasse um tempo antes de voltar a falar ainda mantendo o velho tom passado. - Falaram que eu tinha que ir para aula, mas não faço idéia do que estão falando, então, poderia dizer algo que faça sentido para mim? E permaneci em silencio.

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Inu-Yasha
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Walker of the Darkness
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off: pulei uma etapa.

Secretaria: --Era que tinha sido designado a lhe orientar no primeiro dia, leva-lo para a sala de aula, mostrar o colégio e as outras áreas, como as partes que você poderá utilizar fora do período de estudo.

A mulher caminho fazendo a volta no balcão e seguiu até a porta onde abriu e fez um sinal para Sato, indicando que iria o levar para a sala de aula. Ela caminhou subindo um lance de escadas, e entrou em uma das salas de aula sem pedir licenças, fazendo o professor que estava passando alguma teoria no quadro levar um susto e fazer todos darem risada.

Secretaria: --Sato, aqui vai ser sua sala de aula hoje, amanha será em outro lugar, mas pedirei para outro o auxiliar. Boa aula!
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Nogima Sato
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[align=center][dohtml]<div style="width: 425; text-align: justify; line-height: 140%;">

Não mudou muito. Parecia que as coisas ainda seriam da mesma forma por muito tempo, vendo que a premissa parecia à mesma. Era estranho lidar com aquela situação, ainda mais quando se tinha um imenso lapso em sua memória que impedia saber quem você era. Só que eles agiam como isso fosse comum, então porque eu iria agir como se isso fosse diferente, ignorando muitas coisas, apenas fiquei esperando um caminho para me ser indicado e, assim, pudesse dar continuidade no seja lá o que eu estava fazendo ali. Confesso que havia pouca coisa interessante por ali ou que me fizesse ligar em algo, estava apenas fazendo o que me mandaram porque não tinha mesmo nada para fazer naquele momento. A mulher que não lembrava o nome – e nem lembrava se ela havia dito o nome -, confirmou algumas coisas que sabia e que não era interessante, dando assim a continuidade necessária. <p>
Eu realmente não tinha em mente o que eles diziam sobre escola. Nenhum interesse em estudar, ter uma vida escolar e muito menos fazer isso quando não era obrigado, ou seja, depois do período normal de aula. Mas não era idiota a ponto de falar isso na cara dela e dar mais motivos para ficar ali falando mais um monte de coisa, na verdade, meu único interesse era apenas ir para a sala, arranjar um lugar para sentar, e ficar quieto nele por um bom tempo, ate tirar um cochilo talvez. Ela, a mulher desconhecida, veio novamente em minha direção passando pelo balcão e por mim. Aparentemente, ela iria mostrar onde iria ficar pessoalmente, já que o ultimo auxiliar que ela mandou não serviu para nada.<p>
- Vá na frente. Disse em um tom simples, alguns passos atrás dela. Ficava numa posição mais confortável e assim que ela começasse a andar, dava uma margem de tempo antes de começar a caminhar atrás dela. Ela não andava numa velocidade alta a ponto de sumir de minha vista, e mesmo que houvesse mais pessoas por ali, não parecia ser difícil tirar ela do ponto de vista. Andamos um pouco, atravessando alguns lances de escadas e coisa do tipo até em uma sala, não prestei atenção no caminho e isso acabou que fazendo ser atoa tudo que havia feito ate o momento. Assim como não parecia que havia sutilezas, fazendo com que a mulher entrasse na sala sem fazer qualquer cerimônia.<p>
Mas o pior não era isso, alem de tudo, ainda não deu tempo nem de eu argumentar algo, ela já foi falando e agindo e eu apenas a acompanhava. Entrei na sala sem prestar atenção em quem estava ali, mas algo me dizia que tinha pessoas conhecidas. Algo não, aquele velho senso que, da mesma forma, indicava quem era forte ou não por ali. De qualquer forma, apenas concordei com um balançar de cabeça e, da mesma forma que a mulher, agir sem perguntar ou questionar algo, observando se havia alguma lugar vago e no primeiro que encontrava, me sentava. Não tinha nenhum material, então apenas cruzava os braços e buscava uma posição confortável por ali. - Pode voltar a aula. Disse, por fim.

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Inu-Yasha
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Walker of the Darkness
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Adentrando a sala, Sato seguiu até a primeiro lugar vago ficando praticamente no meio da sala, próximo de uma janela onde podia olhar para a fora e ver que quase nenhum estudante está circulando foram do prédio, os que estava circulavam entre os prédios. Aconteceu alguns poucos murmúrios, mas foram logo se acabando assim que o professor voltou a explicar sobre kidous, contando a história de criação dos tipos básicos, algo bem tedioso até para os mais prestativos.

Praticamente sem perceber a primeira aula termina com o professor indicando alguns livros para quem quiser se aprofundar nos estudos de historia, e pelos murmúrios Sato pode notar que se tratava de um intervalo e que a próxima aula seria introdução ao hadou no dojo, já conhecido por Sato que havia visitado. Os alunos começaram a sair da sala, alguns seguindo para o pátio e outros para o dojo, um ou dois ainda ficaram na sala conversando com o professor.
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Nogima Sato
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[align=center][dohtml]<div style="width: 425; text-align: justify; line-height: 140%;">

Não estava tão interessado assim em ter uma aula ou algo do gênero. Naquele momento, tinha mais perguntas a serem feitas do que respondidas, e estar naquele lugar naquele momento só estava fazendo com que ficasse ainda mais difícil ter tempo para pensar no que deveria fazer. As maiores perguntas eram referentes ao que aconteceu comigo, não entendia muita coisa referente ao que havia passado nos últimos dias e isso queria dizer que, quanto mais tempo passasse, pior poderia ficar minha situação ali. Sei que naquele momento deveria estar sendo observado e isso não iria impedir que, no primeiro sinal de perigo, alguém ou algo viesse em minha direção e finalizasse com tudo. Não tinha medo de que algo fosse acontecer comigo, apenas um certo receio do que iria acontecer com os outros quando estivesse a um ponto de me sentir acuado e agir contra isso.<p>
O único lugar disponível era no meio da sala, o que fazia um grande grupo de pessoas centrarem suas atenções no novato, mas como não tinha interesse naquilo, permanecia em silencio depois da ordem dada ao professor para que ele pudesse dar continuidade naquela seja lá qual for a aula que ele estava dando. Encolhido em minha insignificância, distrai minha mente com passagens que não tinha nem um pouco a ver com o que acontecia naquela sala, deixando que o mesmo passasse de uma forma mais rápida e, desta forma, pudesse me focar em algo que tinha interesse. Não ouvi nenhuma palavra do que falaram, mantendo minha cabeça virada em direção da janela e olhando para ela, ignorando todo o resto. <p>
Não sabia por quanto tempo permanecia daquela forma, mas no fim, notei que houve uma movimentação e um grande grupo de pessoas saiam da sala. Fiquei em silencio ate que restasse apenas poucas pessoas e houvesse chance de voltar a me mover. Acabei que levantando, ajeitando aquela roupa e depois saindo da sala sem saber bem para onde ir, não importava muito, apenas descia em direção do pátio permanecendo em um lugar mais solitário e isolado, esperando algo acontecer. Ou a próxima aula acontecer. Queria que tudo terminasse logo para voltar a refletir sobre o que valia de mais importância para mim, que era descobrir o que aconteceu.

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Inu-Yasha
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Walker of the Darkness
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Saindo do predio das salas de aula, Ato seguiu para o patio onde pode ver todas as turmas do colégio reunidas, mas estavam distribuídas em grupos que, mesmo a primeira vista parecendo iguais, olhondo uma segunda vez dava para perceber diferenças entre cada um dos grupos pelo comportamento de cada um dos seus integrantes. Seguindo para um lugar isolado, Sato nem percebeu que havia passado proximo do grupo de Milena, já que nenhum fez algum movimento mais brusco.

Mas quando já estava há algum tempo sentado pensativo, Sato pode ver a aproximação de um garoto, não lembrava muito dele, mas parecia ser conhecido de vista. Esse se aproximou parando não muito proximo, mas uma boa distancia para conversar.


Johnny: --Ola novato! Não se lembra de mim o Johnny? Porque não vem se sentar comigo e os outros?

Johnny apontou para o lugar o Sato pode ver Milena sentada de costas para a entrada do colegio falando com duas garotas, parecia fazer movimentos estranhos enquanto explicava.
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Nogima Sato
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[align=center][dohtml]<div style="width: 425; text-align: justify; line-height: 140%;">
- Não. Disse de forma seca e direta. Não dando muito tempo para que pudesse terminar de perguntar o que tinha vontade. E antes que pudesse fazer qualquer coisa, apenas abria os olhos olhando para ele com uma certa fúria no olhar. - E antes que diga mais alguma coisa, saiba que não tolero repetições ou insistências. O tom veio de uma forma dura e forte, como se estivesse dando uma ordem para ele ou, simplesmente, mostrando que não tinha a menor vontade de socializar com ele. Não sabia o porque Milena estava naquele lugar, mas havia percebido uma coisa nesses últimos momentos. Aquilo não era meu lugar, não tinha como viver uma vida sem saber do meu passado. Ate eu saber quem ou o que eu era, não poderia fazer nada. Principalmente interagir com Milena.<p>
Antes daquilo acontecer, ficava em meu lugar em silencio apenas refletindo sobre o que acontecia em minha vida. Aquela vida parecia muito agradável, e algo em mim ficava questionando o porque de eu estar ali, era como se não fosse permitido ser feliz ou algo do gênero. Via os sorrisos, via a animações, via tudo e só sentia um peso no peito, um desanimo ainda maior e uma vontade ainda crescente de ficar isolado. Depois do incidente com Milena e aqueles outros na sala de treino, via que não era normal o que havia feito, não era normal eu ter aquela força ou aquela noção estranha de combate, em meu corpo havia cicatrizes e isso era a prova de que, fosse o que fosse, já havia feito aquilo inúmeras vezes. Como se, diferente de todos por ali, eu não era um mero iniciante.<p>
A falta desta parte em minha memória fez com que tudo ficasse ainda mais difícil, não sabia lidar com aquilo, não saberia dizer se era uma boa ou uma má pessoa, e isso fazia com que a situação ficasse ainda mais complicada. Por um momento, vi em Milena algo que talvez eu quisesse, passar o tempo com ela, talvez me sentir confortável ao lado dela, mas isso tudo trazia uma responsabilidade imensa, ainda mais se tratando de não saber o que poderia fazer. E muitas vezes, medo do que eu realmente fosse. Mas ai, ele tinha que aparecer. Não sabia quem ele era ou o tipo de relação que ele tinha com Milena, mas havia algo nele que eu realmente não gostava. Sabia que seria difícil ter uma amizade ali, mas sabia que a amizade dele era a ultima coisa que queria. Ele falou algumas coisas apontando para a mesa, e assim que ele terminou, disse rapidamente em um tom forte. Fechei os olhos por um instante, abrindo novamente como se desse uma clara demonstração de que não gostava dele, mas acima de tudo, era como se quisesse mostrar que não era alguém que poderia estar ao lado dele. Liberava minha energia, ou pelo menos tentava, de forma que pudesse criar uma pressão no lugar.<p>
- Agora me faz um favor, não se aproxime mais de mim. E foi nessa deixa que continuava tentando ou aumentando cada vez mais meu poder, liberando cada vez mais a energia que tinha, não percebia bem o que estava fazendo ou como estava fazendo, apenas que olhava para ele como se ele fosse um nada. Não sabia que relação ele tinha com Milena, mas havia algo nele que não gostava, desde o momento que ele a tocou.
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Teste para a Opressão Espiritual, e sempre que uma situação não tem o que fazer, você pode avançar ela conforme sua necessidade.
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Inu-Yasha
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Walker of the Darkness
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off: andarei até quando achar que precise de sua ação, de você acha que não tem o que fazer é só mandar uma PM que eu avanço um pouco mais.


De uma forma estranha, mesmo sendo característica da antiga personalidade esquecida, Sato agiu de uma forma completamente diferente de como vinha agindo desde então onde não dava a mínima, não se importava com nada, e respondia tudo da mesma forma sem o menor valor, diferente da ira apresentada. Johnny fechou levemente os olhos acenando com o braço, num típico 'to nem ai' e se afastou de perto de Sato, como se tivesse feito o que pode e 'lavou as mão'.

Quando o garoto estava mais distante, Sato notou que esse não havia sentido a presão espiritual que tentou exercer sobre o local no auge de sua ira, pois o mesmo estava novamente dando risada de qualquer coisa junto com o seu grupo. Foi quanto como se por um aviso esses se ergueram e começaram a seguir para dentro do prédio, nisso Sato pode ver os três colegar que ficaram conversando com o professor saindo do colégio e seguindo para o dojo, como havia ouvido teria aula pratica de kidou.
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Nogima Sato
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Não demorou muito para ele sair dali, o único problema foi a atitude que ele tomou, que claramente demonstrava que tinha razão ao não gostar dele. Não havia muito o que fazer naquele instante que não fosse ficar em meu canto em silencio por um bom tempo, apenas refletindo e gastando meu tempo e minha mente com pensamentos aleatórios ate o ponto que percebesse que o lugar começasse a ficar cada vez mais, ou melhor, menos movimentado. Não sabia para onde estavam indo e, para ser sincero, não estava nem um pouco interessado. Não havia pedido para estar ali, e nem para estar estudando ali. Sabia disso porque, ninguém me conhecia e não parecia que havia vindo das bases baixas como eles normalmente parecem. Dei um suspiro e esperei o lugar ficar vazio, mas acabei que por desistir de ir para a aula, permanecendo no lugar onde estava.

Off: Simples, direto, e fraco. Vi que, pelo momento, ele não vai escolher ir para a aula, então, se quer que ele vá, faz alguém ir lá chamar ele com um bom motivo, se não, ele permanece ali até ter outra coisa para fazer, e isso não quer dizer aula.
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Inu-Yasha
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Walker of the Darkness
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off: você sabe o que quer fazer, apenas farei as consequências, e se quiser chegar a algum objetivo não será eu que o fara você o alcançar. até porque não tenho nada planejado, faço o post em cima do seu ultimo.


Aos poucos o patio começou a esvaziar e logo Sato percebeu que era o único que estava ali, completamente solitário em seus pensamentos, onde o local antes barulhento ficou tão silencioso que dava para se escutar os próprios pensamentos.
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Nogima Sato
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Negativo Espada
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[align=center][dohtml]<div style="width: 425; text-align: justify; line-height: 140%;">

Não tinha vontade de compartilhar aquilo, e como já havia dito, ainda tinha respostas que queria saber antes de causar mais acidentes e confusões. Esperei ate que todos por ali fossem embora, e como ninguém fez nada para dar um animo para a aula, tudo que pude fazer era ter ficado ali, sentado em silencio esperando o tempo passar e o silencio reinar. O silencio ajudava a centrar as idéias, mas não sabia o que pensar e não conseguia pensar mais do que o que já havia pensado ate o momento, isso, de certa forma, era cansativo e exaustivo mentalmente. Não tinha tempo a perder, e também não tinha o menor interesse em gastar meu tempo com aquilo. Fiquei ali sentado por mais alguns minutos antes de sair do lugar, indo para uma direção qualquer em busca de algo para fazer. E como não tinha idéia de como aquele lugar era, mesmo depois de terem me falado sobre ele, tudo que fiz foi pegar um caminho que queria na noite anterior, não para o dormitório feminino, mas para a área que parecia mais um campo aberto.<p>
Algo passou em minha mente no momento que ficava confabulando asneiras, muito de meus pensamentos apareciam em determinadas situações e isso queria dizer que poderia ter que fazer muita coisa antes de saber quem realmente era. Mas também, pensei que se eu me centrasse em algo poderia descobrir mais, e ter um lugar tranqüilo para pensar também poderia ajudar. Caminhei sem muita preocupação, aparentemente não me destacava em um lugar solitário como aquele. Só sabia que queria encontrar um lugar calmo e repousar nele até conseguir distrair a mente, conseguir mais informações ou, apenas, passar o tempo.

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Inu-Yasha
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Walker of the Darkness
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Sozinho na praça do colegio, Sato seguiu uma direção que tinha visto na noite anterior, seguindo calmamente enquanto pensa em possibilidades. O caminho leva para a praça da frente dos dormitorios, e essa leva para um lugar bem aberto com arvores e com um gramado bem raso e bem cuidado, onde no fundo desse gramado há um enorme muro. Não havia ninguém em todo o caminho, muito menos no gramado.

De tão calmo que é o local ainda mais completamente deserto, Sato nem percebe o tempo passar ali, só nota que depois de um bom tempo pode ver alguns estuntes muito jovens chegarem ao local e começara a treinar quebrando o silencio mortal que estava pouco antes no local. Atras dele Sato via que havia acabado as aulas e todos estava se dirigindo para varios lugares.
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