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Sasshin no Shoukan: Yottsu no koui – Kisei
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Topic Started: Mar 1 2011, 06:55 PM (2,309 Views)
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Nogima Sato
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Jun 7 2011, 07:53 AM
Post #31
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Negativo Espada
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[align=center][dohtml]<div style="width: 425; text-align: justify; line-height: 140%;"> Durante a caminhada, a situação não melhorou muito. Não tinha uma resposta e quanto mais tempo passava, mais a situação ficava estranha. Havia uma quantidade razoável de pessoas pelas ruas que seguia, homens e mulheres – mas nenhuma criança ou velho – que estavam vestidos de forma semelhante a minha. Oras ou outra via alguém vestido de uma forma não tão diferenciada, com adereços e tal. Mas isso só foi algo para dispersar minha mente, porque quanto mais tempo passava, mais confuso e arredio ficava. Não entendia bem o porquê, mas deve ser uma forma de proteção, como se ser mau, agressivo e violento fosse uma forma de evitar com que as pessoas se aproximassem e, com elas, qualquer tipo de problema que elas poderiam trazer.<p>
A cidade em si não me era estranho. Não parecia como se estivesse viajado no tempo ou algo do tipo, porque, curiosamente, entendia os métodos usados pelo medico durante minha consulta. O que tornava as coisas ainda mais complicadas. Não estava muito importando da forma que as coisas aconteciam, quando caminhava pude notar mais coisas. A maioria das pessoas ali – para não dizer todas- estavam munidas de armas, ou basicamente, munidas de espadas. Não via uma quantidade diferenciada de armas que não fosse espadas. Todas iguais, todos com elas. Menos eu, claro. Não me senti isolado naquele momento, só senti que também deveria ter uma espada. Duas, na verdade. Mas esse pensamento passou rápido por minha cabeça, já que, quando percebia, estava em frente da tal bantai.<p>
O tal prédio não era grande, parecia mais uma casa comum do que realmente um prédio. Uma torre aqui ou ali e nada de mais, era um lugar grande olhando de minha perspectiva, mas fora isso, não tinha muita coisa. Havia algumas pessoas que ficavam andando por ali, na frente e algumas ao lado, provavelmente deveriam ser guardas ou algo do tipo, mas não me centrei neles por muito tempo, já que havia alguém não tão desejável por ali. Caminhei em passos suaves, aproximando de forma normal, como não tinha muito que falar ou fazer, apenas parei em silencio próximo a ele, mal o olhava, mas esperava algo que pudesse determinar o que iria fazer. Ou quem eu era. Ou, simplesmente, o que estava acontecendo. Tirando isso, não tinha interesse no que acontecia por ali. Principalmente o que acontecia onde estava.
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Inu-Yasha
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Jun 10 2011, 01:10 AM
Post #32
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Walker of the Darkness
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Chegando ao local e após ver basicamente tudo o que precisava, Sato pode ver o garoto falando um um outro que está usando um uniforme com corres diferentes, esse pode ser visto depois que Sato se deslocou do ponto de vista primário. O garoto do hospital vendo Sato se aproximando, entregou um bilhete lacrado para o outro e ambos se aproximaram de Sato.
Garoto: --Bom, muito bom. Você será agora guiado até o colegio e depois para os alojamentos alguma duvida? Melhor pergutar para esse aqui que estara um ano a sua frente e conhece bem o colegio.
Thomitsu: --Sou o Thomitsu, mas pode me chamar de Thor. Me sega!
O garoto saiu do patio onde estava caminhando lentamente e seguiu por algumas ruas até outro um pouco maior, onde pode ver que a cor das roupas mudaram, mas não o estilo, as garotas de branco e vermelho e os meninos de azul e branco. Sato também notou que a força espiritual ali também é menor que no patio onde estava.
Chegando no alojamento, Thor entrou no predio e parou no primeiro andar na terceira porta, em frente a um pequeno quarto com duas camas, sendo que ambas estão desocupas.
Thomitsu: --Aqui seu novo quarto. O colegio eu lhe mostrarei amanha, pode ser?
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Nogima Sato
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Jun 10 2011, 11:37 PM
Post #33
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Negativo Espada
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[align=center][dohtml]<div style="width: 425; text-align: justify; line-height: 140%;">
Não houve muita simpatia a principio. Não sabia por que, mas gostavam de colocar garotos para me instruir em algo, primeiro foi o moleque que apareceu lá no hospital – era um hospital? – e ficou falando nada com nada ate oferecer roupas – que não era bem o tipo que eu gostava, é, creio que era isso – e dizer que eu tinha que ir para não sei onde. Nem falaram muito comigo, nem tentaram resolver algo, simplesmente ignoraram minha amnésia e já trataram de me enfiar em algum lugar com o pretexto de que aquilo ajudaria. Bom, não era medico, e não tinha muita confiança naquele método que eles iriam usar, mas também, aparentemente não tinha nada a perder mesmo. Tempo era algo que eu tinha, pelo menos ate me lembrar de algo interessante, e a mesma coisa para algo que deveria fazer, considerando que da mesma forma que não lembrava de nada, não tinha como saber de algo que poderia fazer. Enfim...<p> Agora tinham dois conversando sabê-la sobre o que. Mesmo tendo uma breve idéia do que seja, não tinha o menor interesse naquilo. Então fiquei ali apenas esperando como se não estivesse ali, já que não parecia educado me deixar em pé parado enquanto ficava de papo com outra pessoa. Pois bem, ficava trocando de peso mudando a perna de apoio começando a ficar um tanto cansado daquilo, poderia bocejar se já não o tivesse feito muitas vezes nas ultimas horas. Enfim, depois de um tempo eles vieram em minha direção, duas pessoas. E também pude ver que o pirralho irritante lá havia entregado algo para o outro. Ou foi ao contrario? Não lembrava com certeza, estava com tanto interessante naquilo que estava quase dormindo em pé. Literalmente, estava quase dormindo mesmo em pé de tão cansativo que tinha sido aquela enrolação. Alias, porque será que tinha mudanças tão súbitas de humor?<p> Mas o que posso dizer sobre o que aconteceu? Que novamente ficava sem entender?Poderia questionar o porquê ou o que diabos estava acontecendo, mas sabia que isso iria realmente perdurar mais do que queria. Ou nem iria ter alguma resposta. Duvidas? Um monte, mas não tinha ninguém ali que pudesse me explicar o básico para que entendesse o que estava acontecendo? Suspirei, eles não davam tempo nem para assimilar a idéia que estava indo para um colégio sem motivo – Novamente? Não sei por que, mas a idéia de ir para um colégio me pareceu ser beem chata. – não era nem um pouco agradável. Suspirei novamente, bem que eles poderiam dar um microssegundo para engolir o que eles queriam, já que não davam nenhuma resposta ou pergunta, só ordens. <p> De qualquer forma, aquele outro não parecia tão diferente. Mal se apresentou e já estava me dizendo o que fazer. Não me importava, ainda, mas bem que poderia dizer o que estava acontecendo. Enfim, ele, o que deveria acompanhar no momento, saiu em disparada enquanto o outro pirralho ficou para trás. Não mudou muito o que encontrava no caminho de ida ate o primeiro ponto de encontro, pessoas do mais variados tipos, não variando muito na idade, pessoas armadas e, desta vez, a roupa mudava. Pude notar que a roupa era diferente entre os homens e mulheres. Suspirei novamente. Tinha uma sensação meio estranha, que ficava eriçando meu corpo, em vez dos pêlos dele, era como uma corrente elétrica estranha. Por algum motivo, sabia o que isso queria dizer. Ou algo próximo disso, só que, como não tinha o que falar ou precisava falar algo para que pudesse mover um pouco cãs cordas vocais, apenas disse em um tom normal. - Hey, porque tem tanta gente fraca por aqui? Disse, coçando de leve a cabeça e depois olhando para os lados. - Pelo menos naquele outro lugar tinha mais gente forte... Mencionava essa ultima parte mais baixa, não que fosse de alguma interferência. Pude notar que, não somente ali, mas havia algumas fontes onde havia um grande poder. Era isso? Poder? O que isso queria dizer. Alias, estava mais confuso agora do que nunca.<p> E mais um pouco andando. Estava vestido diferente de todos o que me fazia sentir um tanto estranho a mais por ali. Enfim, depois do que havia mencionado, fiquei em silencio apenas observando as coisas buscando algo que pudesse me lembrar do que não sabia. Era complicado agir sem memória, ainda mais quando não pareciam estar dispostos a te ajudar. De qualquer forma, chegamos em um lugar, aparentemente o que me foi designado como sendo a moradia. Em frente ao quarto, ele não dizia mais nada antes de falar algo. Apenas concordei e entrei no quarto. Não parecia que havia mais alguém por ali, o que era bom. Ainda mais quando, para mim, qualquer poderia desencadear algo desagradável. Enfim, o que iria fazer agora? Esperar, dormir ou caçar algo para fazer?
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Inu-Yasha
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Jun 12 2011, 03:37 AM
Post #34
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Walker of the Darkness
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Havia chegado no quarto onde começaria a morar no período que estava no colegio, pode notar que no armário, que está com a porta entre aberta três uniformes masculinos, todos semelhantes aos dos outros e igual ao que o moleque está usando, como alguns lençóis entre outras coisas do quarto que é bem simples.
Thomitsu: --Você parece ser bem forte para poder sentir bem a presença espiritual dos outros. Lá tem mais pessoas fortes porque é um esquadrão e aqui uma escola, ou seja, quem ainda está treinando para poder ir para lá.
Uma janela há entre as duas camas, mas a mesma se encontra fechada, porém Sato sabia que recem estava se aproximando da hora do almoço, e pode notar isso também pelo barulho que a barriga do moleque fez também o lembrando que era hora do almoço.
Thomitsu: --Tinha me esquecido, o refeitorio fica aqui proximo, se quiser é so me seguir. o/
O garoto acenou para Sato e começou a seguir em direção ao refeitório que Sato havia visto antes de entrar nos alojamentos, um predio com algumas janelas, onde pode ver varias mesas uma no lado da outra com bancos próximos.
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Nogima Sato
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Jun 13 2011, 01:01 PM
Post #35
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Negativo Espada
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[align=center][dohtml]<div style="width: 425; text-align: justify; line-height: 140%;"> Eu realmente não entendia o que ele queria dizer, então não fiz tanta questão de retrucar-lo. Mesmo tendo uma demonstração de estar com fome, já que não fazia idéia quando foi a ultima vez q eu comia algo. Durante a investigação do quarto que ele, ou eles, haviam selecionado para mim, procurava ver o que havia ali, o que não demonstrou ser nenhuma surpresa ou novidade o fato de não haver nada de tão especial. Mesmo porque, segundo o que ele havia dito, não era necessário mesmo que tivéssemos regalias, porque o que era importante era o esquadrão. Sabe, isso soava um pouco mais complicado do que realmente parecia, não ignorando que era um estudo, e sabe-se lá o que iriam estudar.<p>
Enfim, o garoto no fim disse que o refeitório era ali perto, mas a fome era algo instável para mim. Senti que poderia não precisar de comida ali, se eu simplesmente me concentrasse um pouco mais, era algo que beirava uma percepção, como se eu soubesse que havia algo ali que não fosse comida habitual que pudesse me alimentar. Não fiz nada, apenas fechava a porta comigo dentro e ia para uma das camas, como não tinha nenhuma demonstração de que havia ou haveria outra pessoa por ali, sentei na cama que havia escolhido. Passaram-se dois segundo e aquela sensação havia desaparecido, então era melhor arriscar na verdade e depois iria ver do que se tratava aquilo. <p>
Não fiz tanta questão de ir apressadamente em direção daquele outro lá, mas, novamente, não tinha uma opção. Cheguei nele rapidamente, depois de uma pequena corrida para aproximação, voltando a andar próximo dele, não tão perto. - Vou comer alguma coisa. Não mudou muito, ainda não tinha o que fazer direito depois que ele, o guia turístico, fosse embora. Tive a sensação de que não era a primeira vez que estava em um lugar desse, mas não fazia muita diferença mesmo. Ainda não sabia que horas eram, mas aparentemente poderia se comer. - E agora? Disse, apenas esperando ver o que ele iria fazer para começar a copiar.
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Inu-Yasha
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Jun 15 2011, 09:45 PM
Post #36
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Fechando a porta do quarto, Sato ficou sozinho, a luz de uma iluminaria no teto, já que a janela do quarto está fechada, igualmente as cortinhas que a escondem, e pode notar no silencio em que ficou que já estava sabendo e entendendo muito mais coisas de quando havia despertado, como por exemplo a fome, que mesmo depois de conseguir esquece-la com concentração, essa voltou agora com Sato sabendo que precisa comer alguma coisa.
Depois de um tempo Sato seguiu para o refeitorio da escola, onde pode ver alguns estudantes que o olhava desconfiados e comentavam com quem estar proximo, onde Sato pode escutar principalmente: “deve ser um novato, não vi ele ainda; você o conhece?” Andando mais pode ver que se formava uma fila que seguia até um balcão onde ganhavam uma bandeja com toda a comida dividida, onde Sato se lembrou quem já havia comido em algo assim, mas não conseguia se lembrar que era nos primeiro anos de vida.
off: havia ficado na divida se você foi ou não para o refeitorio, assim coloquei que foi.
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Nogima Sato
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Jun 17 2011, 02:56 PM
Post #37
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Negativo Espada
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[align=center][dohtml]<div style="width: 425; text-align: justify; line-height: 140%;">
Obviamente, a situação ainda não mudava. Diferente do que tinha ocorrido ate o presente momento, ali eu era visto e, de fato, não dava para evitar os comentários. Suspirei brevemente. Não fiz muita ali, apenas observava a situação antes de ver o que poderia fazer, ao notar que tinham que ir a um determinado lugar e ali pegar sua comida, foi o que fiz. A fome não era bem algo que estava sentindo, sabia que tinha a capacidade de sobreviver ali sem alimentação como estava preste a fazer, mas me pareceu ser mais necessário comer algo – mesmo que não necessitasse – e depois ver aquilo que sentia. Só que estar ali tornava as coisas mais complicadas, lidar com pessoas que nunca vi em um lugar que nem sabia o que era me fazia ficar um pouco arredio. <p>
Antes de pegar o prato ou a bandeja, ajeitava os cabelos para trás. Foi um ato quase espontâneo, onde pensei que costumava fazer aquilo com certa freqüência. Meus cabelos estavam grandes para o meu gosto, mas ele caiu de uma forma que me pareceu agradável naquele momento. Resolvi ignorar os comentários porque, eventualmente, iriam acabar chegando a mim de qualquer maneira, e como isso era algo que poderia evitar, pelo menos a principio. A fila correu rápida ate chegar minha vez, não fiz muita coisa naquele tempo que não fosse ficar centrando no que poderia vir para comer. Bom, não foi algo que esperava, alias não tinha muita expectativa de vir algo muito diferente do que havia recebido. E o problema era esse, sabia que poderia vir algo pior, mas não sabia o que poderia vir, novamente confundido com pensamentos que não sabia de quem era.<p>
Agora tinha a comida e a fome. Só não sabia onde sentar. Normalmente tinha um certo caráter para aquele tipo de coisa, como gente com mais amizades ou esse tipo de coisa. Basicamente, tudo que fiz foi ficar alguns segundos em pé segurando a bandeja até encontrar algum lugar vazio para sentar. Como era um novato por ali, iria começar com uma abordagem mais simples, isso caso ainda tivesse um lugar desocupado. Caso contrario, sentaria na primeira mesa que tivesse mais garotas bonitas e lugar para sentar. Ah, porque fiquei pensando em mulheres agora?
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Inu-Yasha
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Jun 18 2011, 04:51 AM
Post #38
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Aos poucos, Sato mesmo não sabendo de algumas coisa, mesmo que as coisa mais básicas começava a entender a assim que tinha contanto com o desconhecido, começava a entender o que estava acontecendo e por instinto ou por gosto pessoal, se sentou na mesa que havia mais garotas bonitas, que por sinal a mesa que sentou havia apenas garotas, um grupo de garotas que pareciam ser novatas assim com Sato, porém todas bonitas e de todos os estilos.
Quando se sentou mesmo nunca tendo estado ali, Sato se lembro de seus tempos de colegio em outra dimensão que nem fazia ideia se agora existia, e se lembro que sempre estevem em volta de lindas garotas, e todas muito diferentes das que estão sentadas próximas de onde havia se sentado.
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Nogima Sato
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Jun 20 2011, 12:25 AM
Post #39
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Negativo Espada
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[align=center][dohtml]<div style="width: 425; text-align: justify; line-height: 140%;">
Naquele lugar, tudo que me acontecia parecia ser um misto de idéias com instinto. Não sabia muitas vezes o que fazia ou porque fazia, e como não estava com tanto animo para ficar questionando as coisas e delirando em pensamentos doentios por tanto tempo que pensaria que enlouqueci – Fato de que também já estava começando a pensar -, tudo que fazia era quase que um impulso, perante algumas idéias que deveriam ser pensada um pouco antes de fazer. Naquele lugar onde estava, não na mesa, mas no refeitório, pude ver que me dava uma sensação nostálgica, mas não agradável. Foi como se nunca tivesse sido alguém popular, chamava atenção por algo, mas não era popular a ponto de ser querido. Era uma confusão mesmo. Como se chamasse atenção, mas algo em mim também repudiava as pessoas. E ali, sentado naquela mesa cheia de mulher, pude notar isso. <p>
Não que estivesse tímido, é que, de alguma forma, me sentar ali não foi algo que as pessoas naquela mesa esperavam. Na verdade, penso que ninguém esperava aquilo. De qualquer forma, havia poucas pessoas naquela mesa e como a idéia era apenas comer algo antes que o estomago voltasse a berrar enlouquecidamente, resolvi arriscar naquela comida que me foi entregue. A principio, nem olhava para as garotas da mesa, sentando de forma normal com o corpo ereto e pegando o garfo-colher e tocando de leve a comida. Pegava um pequeno pedaço, levando até a boca, mas não colocando de imediato nela. Cheirava um pouco, de longe, depois mandava tudo para dentro. Era algo vistoso, não parecia ser ruim e não tinha cheiro de nada de interessante, apenas mastigava e mastigava engolindo logo depois.<p>
Não tinha assunto, não tinha o que falar ou como falar. Tudo que tinha que fazer era comer o que tinha em meu prato e ficar quieto. Se fizessem uma pergunta, iria ignorar ou dar alguma desculpa para não conversar, e quanto mais rápido acabar aquilo melhor iria ficar. Não queria chamar atenção, mas só o fato de estar ali já parecia chamar atenção demais. Era diferente da maioria que estava ali, era velho demais, ou pelo menos o que eu pensava. Mas por algum motivo que eu não sabia qual, apenas disse. - Então, quem são vocês? Era uma boa pergunta, já que não conhecia ou sabia de nada. Esperava que não fossem tímidas o bastante para fugir dali e me deixar sozinho numa mesa que estava cheia de mulheres. Olhei para elas, de forma normal, passando os olhos por todas antes de voltar a comer. Nesse meio tempo, sorria como se fosse interessante tudo aquilo, e não confuso e assustador.
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Inu-Yasha
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Jun 21 2011, 05:07 PM
Post #40
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off: acabei perdendo o post anterior que já não estava bom, esse conseguiu ficar pior. =/
Aos poucos Sato começava a se lembrar de muitos detalhes que até então eram confusos ou novidades e mais lentamente começava a se lembrar de como bem antigamente se sentia como agia de dessa forma, o que o deixava ainda mais confuso, já que conseguia se lembrar de algo, mas não conseguia mais agir da mesma forma que estava se lembrando, assim ficando ainda mais confuso que já está.
Na mesa comendo tranquilamente o mesmo que todos, Sato agiu abrindo dialogo com uma das garotas que estão próximas, onde pode perceber que mesmo com algumas divisões feitas, havia outras feitas pelos alunos, tanto por amizade como por interesse, onde pode notar estar em um grupo que basicamente só tem meninas, os meninos ali são um pouco afeminados.
Milena: --Nós somos aspirantes a shinigami. Estamos treinando aqui para podermos entrar para um esquadrão e usar um uniforme como o seu. Me chamo Milena. Você parece um pouco perdido, é novato?
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Nogima Sato
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Jun 22 2011, 01:15 PM
Post #41
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[align=center][dohtml]<div style="width: 425; text-align: justify; line-height: 140%;">
E durante aquele momento, não houve muita coisa para que eu falasse que estava me entretendo. Tinha muita coisa sobre mim que não sabia ou que não lembrava que, em meio a flashes, ajudavam a agir, mesmo que eu achasse que algumas coisas não eram condizentes. Basicamente, se eu fosse ver era como se estivesse criando uma nova forma de agir naquela situação, só não sabia dizer se era bom ou ruim. Resolvi me entreter, ou pelo menos tentar, com uma conversa com aquelas garotas, que por meio daquela mesa, também me remeteu a certas coisas que lembrava só que não conseguia explicar, o que era comum devido à atual circunstância. Era uma situação desagradável, vendo que, quanto mais tempo passava, mais respostas me apareciam, só que não tinha pergunta nenhuma para encaixar-las.<p>
Não sei dizer se a que falou foi a menos tímida ou consagrada à líder ou narradora naquele momento, porque mesmo se eu tivesse feito uma pergunta geral, aparentemente soava como se tivesse falado com apenas uma e apenas uma reagiu ao que falei. Sinceramente, não prestava muita atenção ao que ela tinha dito, logo no começo, o que ela disse me relembrava mais do que meras situações, pude ver que estava em uma determinada situação onde as pessoas que ali tinha eram pessoas que não gostava. Não sabia dizer bem, mas entrei em uma espécie de transe e ignorava todo o resto. A palavra shinigami dito por aquela garota veio como uma bomba em minha cabeça, fazendo com que ela doesse e que a memória voltasse. Pelo menos algumas coisas.<p>
Lembrava de ter ouvido aquela palavra e de não gostar de pessoas que se diziam ser. Não era uma raça, estava mais para um grupo, não lembrava bem o porquê de não gostar deles, mas sabia que tinha algo haver com meu passado, ou alguém do meu passado, e essa idéia não me pareceu muito agradável naquele momento. O comichão na têmpora era desconfortável a ponto de tocar-la e massagear-la por alguns segundos, quando notava que não havia muitas pessoas ali como eu. E quando digo isso, percebi que o fato que atraiu tanta a atenção não foi somente o fato de ser claramente um novato, mas estar vestido como um shinigami. E também que não gostava daquela roupa, uma branca era mais agradável. Entre outras coisas. A sensação foi diminuindo ate desaparecer, naquele momento as coisas pareciam um tanto cansativas.<p>
Tentei mudar de assunto rapidamente. - Vocês não falam? O tom veio normal, mas não parecia uma brincadeira, foi mais uma constatação. Esperava alguns segundos, talvez viesse uma resposta, talvez não, de qualquer forma, apenas esperava que elas não fossem embora, me parecia ser um tanto sem graça para mim se elas fossem, alem do mais, já estava no fim daquela comilança toda. - Nenhum namorado? Parecia que minhas perguntas eram sérias demais para serem consideradas brincadeiras, o que era verdade. De qualquer forma, apenas acabei de comer, não tinha muito que fazer mesmo, continuava por ali.
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Inu-Yasha
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Jun 27 2011, 03:18 AM
Post #42
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A refeição continuava e logo Sato notava que as garotas no outro lado da mesa se ergueram, mais ou menos a metade que estava sentada na grande mesa e saíram do refeitório, as outras continuavam a comer e mal olhavam para o lado, demostrando muita disciplina. Sato pode notar que elas estavam assim pois achavam que estavam sendo observadas por um superior, no caso ele que está vestido de Shinigami.
Milena: --Elas devem estar querendo aparecer ter disciplina ou coisa assim, pois normalmente conversamos mais, mas hoje mal falamos. Ou alguma coisa aconteceu e eu não fiquei sabendo.
A movimentação no lugar começou a aumentar, e logo os grupos antes visiveis com apenas um olhar haviam se misturado e havia aspirantes a shinigami em todos os lados, inclusive sentados na mesa onde Sato está, mas no outro lado, um pouco distante.
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Nogima Sato
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Jun 27 2011, 11:08 PM
Post #43
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[align=center][dohtml]<div style="width: 425; text-align: justify; line-height: 140%;">
E pela situação estar daquela forma, não ficava muito relaxado ali. Não sabia por que queriam tanto buscar essa idéia de ser um shinigami, em algo na minha memória, sabia que não era lá uma boa coisa ser um. Ou pelo menos, não era algo que eu gostava. Mas ali estava, sem dar muita cerimônia para aquele pensamento porque não tinha uma idéia básica do porque algumas coisas que eu gostava ou não gostava acontecia, o pensamento passou rapidamente por minha mente antes de desaparecer naquela nevoa que se chamava minha memória. E que estava cada vez mais nublada ficava. Naquele exato momento, não sabia dizer o que sentia, mas que estava bom minha vida da forma que estava. Pude notar algumas cicatrizes em meu corpo, e sem memória, isso não me parecia uma coisa boa.<p>
Quando cheguei ali, tentei ser o mais sociável possível, o que acabou não dando certo. Via que a reação de muitas pessoas por ali acabou com que interferindo em meu processo de conhecimento, tirando essa tal de Milena que não pareceu se importar muito com minha presença. As outras, por outro lado, alem de silenciosas começaram a sair rapidamente, como se, alem de minha presença não ser tão agradável por ali, apenas fez com que as coisas ficassem ainda mais chatas. E nem era preciso dizer que isso foi ficando claro em minha feição. Qual é? Acabei de chegar ali e já agiam como se fosse um monstro. E isso não vai ficar por isso mesmo, quando elas precisarem de mim vou negar por pura pirraça.<p>
E logo depois, Milena resolveu dar uma desculpa para o comportamento de suas amigas. Voltei a prestar atenção nela ignorando as outras por um tempo e, basicamente, sorrindo no fim de suas palavras. Obviamente algo aconteceu, e era bem claro o que havia acontecido. Com a explicação dela, ficava claro como uma água límpida. - Eu aconteci, mas não se preocupe, estou vestido desta forma, mas não sou um shinigami. Sorri para ela dando uma breve piscada. Como ela tinha ignorado o resto que tinha falado anteriormente, e nesse meio tempo, começou aparecer mais gente e comecei a pensar se não era uma boa hora para eu ir embora. Já tinha matado a fome e o que me restava era apenas nada para fazer. E convenhamos, não me parecia certo estar ali. Mas continuei, ficando em silencio apenas esperando alguma resposta dela.
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Inu-Yasha
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Jun 29 2011, 07:14 PM
Post #44
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Milena: --Mesmo que você, você não parece ser como alguns que são bem chatos.
A refeição continuava, pelo menos para Milena que diferente das outras que parecem seguira a risca alguma ordem militar rigorosa onde a cada minuto tem que fazer alguma coisa, continuava a comer lentamente próxima a Sato que já havia acabado, mas continuou ali. As pessoas na mesa começaram a mudar bastante até um garoto de cabelos curtos se sentou proxima de Milena e junto com ele chegaram outros.
Johnny: --Milena que bom a ver a aqui. É seu novo amigo? Prazer sou o Johnny!.
No grupo de Johnny tem três que só estão incomodando os outros, ou jogando comida, ou passando rasteira em quem passa próximo da mesa em que estão, o outro é muito silencioso. E não demorou e chegou duas garotas que parecem ser o grupo pois cumprimentaram todos com um aceno inclusive Sato e se sentaram, mas ambas só conversam entre si.
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Nogima Sato
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Jul 6 2011, 11:49 PM
Post #45
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- June 2, 2006
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[align=center][dohtml]<div style="width: 425; text-align: justify; line-height: 140%;">
A idéia era tirar uma conversa boa, vendo que não havia muito o que fazer ali. Por um tempo depois que a garota disse, pensei em sair dali e vestir uma roupa dentro dos conformes, ou seja, mudar para a roupa que estava no guarda roupa do meu dito quarto e, assim, poder tirar um proveito a mais da situação. Mas ignorando o fato de que pareciam ter medo de mim só porque estava vestido como um shinigami, conhecer Milena foi algo interessante, considerando que foi a única que falou comigo e tirou aquela idéia de que o problema fosse eu estar ali, o que era verdade. Mas ela não me conhecia, nem eu mesmo me conhecia, então não pude concordar ou negar o que ela havia dito antes da situação ficar constrangedora e complicada. Sinceramente, porque algo me dizia que não iria ter um bom tempo em paz?<p>
E isso ficou claro quando apareceram algumas pessoas por ali. Bom, no meio de tanto tempo entre minha chegada ali até o atual momento, houve algumas saídas e entradas naquela mesa, mas nesse exato momento, não me senti muito confortável pelo que aconteceu. E não somente por isso, algo me dizia que ia acontecer merda. Talvez porque, com a chegada deles, começou o tipo de coisa que me irritava. Alias, aquilo me irritava? Não sabia dizer com clareza, só que meu semblante mudou muito naquele exato momento, mesmo não sabendo do que acontecia, começava a agir de uma forma mais amigável só com a tal de Milena já que, exclusivamente, foi à única que teve qualquer atitude comigo. Enfim, chegaram mais pessoas por ali, continuei em silencio apenas olhando para aquele que se centrou entre Milena e eu, claro que foi por apenas um tempo, antes de começar a agir.<p>
- Hey, podem parar com isso?Disse virando para aqueles que estavam do outro lado, ignorando por um momento as garotas e o tal de Johnny. Claro, não esperava que eles o fizessem, mas acima de tudo, já tinha um plano de fuga. Que também não esperava que pudesse dar certo. Ignorando as ultimas coisas, apenas levantei, curvando um pouco o corpo sobre a mesa e virando para Milena. - Você pode me mostrar agora o lugar? Disse com um sorriso, esperando que ela aceitasse. E que não surgisse mais nenhum problema desnecessário, porque eu bem imagino que algo iria acontecer e que minha reação não iria ser tão simples assim.
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