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Sasshin no Shoukan: Yottsu no koui – Kisei
Topic Started: Mar 1 2011, 06:55 PM (2,310 Views)
Inu-Yasha
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Walker of the Darkness
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No meio do campo de combate criado pelo dois duelistas, Sato observou em sua volta levando os dois quincys que observam como dois inimigos a mais na luta, já que apenas sentia a presença deles, não fazia a menor idéia do nível de força de cada um. O menos caido tinha enorme dificuldade para se erguer, e não iria conseguir enquanto sua vida seguia embora pelo enorme ferimento hemorrágico que ficou devido a destruição parcial de sua cabeça. O garoto enquanto Sato respirava fundo começava a se mover, mesmo não saindo do lugar e o velho passou a mão no "mostro" que está no seu lado que é diferente de tudo que Sato viu.

Logo Sato começou a se mover, puxando a mascara hollow o que lhe gerava mais poder e velocidade e avançou com tudo chegando a sumir de vista e desferindo um ataque. O garoto com sua guarda erguida se esquivou com um simples movimento do corpo levando mais percepção que propriamente esquiva, onde lançou uma isca no ar sendo essa acertada por Sato já que entrou no caminho do golpe.

Sem perceber o erro do primeiro golpe Sato se deslocou para a frente do garoto desferindo um segundo golpe um enorme clarão, um golpe que foi novamente muito rápido devido o rápido deslocamento. O garoto parado no mesmo lugar mal moveu sua mão e abriu no momento certo um rasgo no ar, semelhante a uma garganta, fazendo esse ficar no caminho do golpe e servir como um escudo que bloqueou completamente o golpe e a luz proveniente dele.

Ao mesmo tempo que o golpe erra bloqueado, Sato já estava direcionando o fogo contra um segundo oponente, o que seria o velho que se esconde atrás do monstro de plasma, e continuando a se mover Sato se afastou de todos e lançou um novo golpe contra o velho agora um cero, que pode notar que saiu mais forte que o primeiro. O monstro de golem nem se moveu esse e o velho sumiram fazendo o fogo acertar o nada como o cero que abriu uma enorme cratera no chão.


Velho: --O que você quer aqui intrometido? Duvido que esteja aqui porque eu metei e suguei a alma de humanos vivos? E que chato você pe garoto com esse hollow que mal controla.

A isca que Sato havia destruindo havia reunido uma grande quantidade de hollow de nível baixo e medio que isso, e esse começaram a chegar vindos de todos os lados, principalmente das gargantas aberta pelos medios. Da passagem aberta pelo garoto para servir de escudo saiu o mais forte dos hollow, seguido de dois hollow um pouco mais fracos.

Hollow: --Que droga! Droga! Quem está me irritando... Vou destruir todos...

Os três hollows que sairam da passagem aberta começaram a correr e entraram na selva onde pelo brilho dava para notar que os três entraram em combate com os dois quincys. Alguns hollows começaram a brigar entre si, já que era visível que algo provocava irritação e tirava eles do controle. Os outros hollows avançaram para cima do velho, e para cima de Sato cada um chegando e desferindo um soco, ou um golpe com a calda, cabeçada, numa verdadeira confusão que havia se formado devido a presença de tantos hollows.
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Nogima Sato
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Ali parado, começava a avaliar a situação, vendo que havia pouca coisa que entendia naquilo tudo. Estava é desconsiderando alguns fatos, já que não havia lógica e, por causa disso, não iria me centrar mais do que já centrei para não ficar irritado. Em silencio, apenas me sentei, colocando as espadas sobre a cintura ouvindo o que o mais velho falava. Notava que ele tinha algo próximo de um suporte, o que o fazia ser algo mais antigo do que imaginava. Não estava ficando impaciente, na verdade, estava oscilando entre o animo e o desanimo, ate porque, isca de hollow não era um brinquedo que se encontrava em qualquer lugar, única informação que tive deles era algo de Quincy, se um simples humano o tem, no mínimo foi roubado ou alguém não notou isso. O que fez uma grande quantidade de hollow aparecer ali, mas não me importava, ainda.

Levantava-me, pegando as espadas pela tira e as segurava, olhando para baixo. Estava começando a ficar de mau humor e, sim, estou a um tempo tentando manter o animo, mas essas “surpresas” inconvenientes e inexplicáveis não ajudavam nem um pouco. Com a espada da direita, a partir dela liberava vários feixes de luz, em grande quantidade mirando nos hollow, como aquela vez naquele vilarejo onde despachava uma grande quantidade de hollow, e isso me fez, novamente, ficar mais irritado. Permaneci naquilo por alguns segundos, já que o efeito era de grande escala e não tinha uma quantidade muito grande ou que merecia prestar atenção, só que iria fazer outra coisa depois.

Colocava as espadas na bainha, fazendo dois ceros, um em cada mão, colocando mais energia neles, o que fez demorar mais do que o habitual, os liberando ao mesmo tempo e na mesma direção, ambos em cima daquele garoto. Agora, mais do que nunca, ficou necessário matar-lo, simplesmente por ele ser um incomodo.
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Inu-Yasha
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Walker of the Darkness
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Os hollows não parava de chegar começando com poucos que logo começaram a atacar todos os presentes incluindo oi garoto que havia o invocado, mas esse conseguia de forma estranha usando hollows como escudo se defender, como o velho que é defendido pelo mostro e até os quincy no meio da relva que de observadores passaram a participantes. Sato no meio disso passava de animo a desenimo em uma crescente incomodação e irritação já costumeiras, observou tudo sem entender nada, já que não entendia os inimigos que não tem a mesma presença espiritual que humanos especiais.

Logo um grupo de hollow se aproximou de Sato o cercando para começar uma ofensiva, mas nem tiveram a menor chance, já que em poucos movimentos mais de um deles acabavam virando poeira, mesmo tendo muitos que chegavam como se uma torneira tivesse sido aberta, Sato logo estava livre de todos, pois as rajadas de energia eliminavam mais de um hollow ao mesmo tempo, e nos ultimo mais de quatro.

Se a incomodação dos hollows, Sato concentrou dois ceros, um em cada uma das mãos e mirou em direção o garoto que estava abrindo novamente a "passagem" e a usando como escudo para se defender de um golpe de um hollow que o cerca. O cerro o dobro de potencia que um normal acertou três hollows que estavam no caminho, um pedaço da "passagem" e acertou o garoto, mas não de forma certeira,mas suficiente para abrir destruir o braço e metade do torrax onde mesmo não arrancando tudo fora esse ficou sem a mobilidade dos movimentos.

O sangue do garoto deixou ainda mais exitado os hollows que começaram a vir cada vez mais em numeros ainda maiores que no inicio, e logo das formações de muitos hollows um menos apareceu e em seguida mais dois, onde começaram a atirar cero para todos os lados, acompanhando os ataques dos hollows. O velho que havia sumido tando em visão como presença aparecia desferindo um golpe com uma pequena faca nas costas de Sato.
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Nogima Sato
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As inconstantes eram sempre as mesmas. Com a quantidade absurda de hollow que estava aparecendo por ali, não iria demorar muito para surgirem mais do que Menos Grandes em um lugar basicamente não preparado para tudo. Sobre o céu, tudo desabava de uma forma bem simples, vendo que não havia motivos de que uma simples isca de hollow atraísse tamanha quantidade deles, e mesmo sobre influencia daquele desconhecido poder daquele pirralho irritante, isso já fugia completamente da realidade. Nesses momentos que sentia falta daquelas imprestáveis, alguém poderia gostar de usar aquele bosta como um objeto de estudo. Ainda mais tendo na falta da lógica seu efeito.

Porem, não sabia mais por quanto tempo tudo iria se manter. Após a ultima onda, o ataque que havia dado não saiu como desejado, mas não se alterava no que dizia sobre o efeito. Dois ceros causaram um bom dano, mas precisava injetar mais de minha própria reiatsu nela, afinal, não havia nada de explosão, o que era típico da mesma. Era frustrante quando esse tipo de coisa era ignorada por mero capricho, mas já estava começando a me acostumar com esse tipo de coisa. E naquele momento, quando o mesmo se dissipava, dava para ver que o ser irritante não teve tanta sorte assim. Mesmo usando alguma proteção, que provavelmente ele usou, ele meio que foi despedaçado.

Agora era só questão de tempo ate que tudo terminasse. Vendo que ele se tornou alvo do que chamava com tamanha irresponsabilidade. Não que fosse dar uma lição de moral, mas era bom que alguém estúpido assim morresse de uma vez. Só iria dar mais dores de cabeça com o passar do tempo. Agora vejamos, no meio daquilo, o velhote sumia. O que era interessante, vendo que não parecia estar morto ou muito menos ter fugido, somente que sumiu. Se não fosse esperto o bastante para conhecer certas táticas sujas, ficaria surpreso com o ataque dele. Naquele momento, apenas suspirava, ajeitando a as espadas e virando com velocidade, e atacando-o. Como ele atacava com uma arma de aparente pequeno alcance, dava um pequeno passo para trás, aumentando minha área de avanço e diminuindo a dele. Mirava em sua face, para causar o maior dano possível.
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Inu-Yasha
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Walker of the Darkness
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A confusão que estava acontecendo devido o duelo dos dois seres até então desconhecidos por Sato e com sua interferência no duelo havia aumentado de tal proporção que o mais seres espirituais de todos os tipos estavam sendo atraídos para o local, e foi o que Sato sentiu momentos antes de se virar contra-atacando o velho e o golpeando e fazendo um corte profundo que pós o velho de joelhos.

Pois no momento seguinte uma forte explosão gerada por uma soma de poderes espirituais no meio do campo de batalha entre diversos tipos de golpes atingiram todos que ali estavam incluindo Sato que mesmo sendo o mais rápido e resistente do local não teve a menor chance de escapar, foi atingido e jogado para longe.



off: poste um sonho qualquer, no meu proximo post dara continuidade ao que tinha sido planejado.
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Nogima Sato
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Tudo era simples. Um monologo variável em meio às tormentas que assombram um ser imaginável. Naquele tempo, meu prólogo inexistente. A escuridão me cobria negando tudo em sua volta, lentamente caminhando para respirar novamente, por minha conta. Caminhei, precisava de força para sair dali, acreditar e atrever a acreditar que era possível sair dali. E mais uma vez, deixei-me sair. Clarões vindo com fúria era um sinal de meu caminho. Porem, apenas a escuridão crescia e negava tudo, novamente. A chuva caia torrencialmente enquanto o animal se refugia perto de mim. Em parte, acreditava que ele tinha algo para me mostrar, algo para me dizer. Poderia ser parte de meu sonho, mas anjos não existiam, e caminhos eram feitos por escolha própria. - Mostre-me meu destino e eu aceitarei seu poder. –

Fora assim que meus lábios moveram-se liberando um som fraco, abafado pela chuva e raios que caiam. Meu corpo reagia de forma contraria, liberando sons que nunca havia ouvido. Meu âmago estava à procura de algo. E eu tinha que encontrar. Fechei os olhos deixando meus sentidos aflorarem, precisava liberar essa amarra com a realidade e fazer meu real ser aflorar. Meu mundo acabou, sabia disso desde o momento daquele acidente. Mas agora, estava buscando uma forma de voltar a ser o que era, estava buscando uma forma de voltar a ser o que não era, buscando uma forma de ser o que realmente tenho que ser. Minha mão direita se mexeu contra minha vontade, apertou-se, queria liberar uma luz. Liberar minha alma. Ver minha mente. Decidir meu destino. E apagar a escuridão que me negava.
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Inu-Yasha
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Walker of the Darkness
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Aos poucos uma luz começou a aumentar de intensidade, e quando Sato abriu os olhos percebeu que estava deitado com a cara voltada para o horizonte onde avistava o nascer do sol, em seguida pode notar que estava em um quarto, uma espécie de hospital, um lugar muito limpo e higiênico. O problema era que não se lembrava de mais nada além da claridade que chegou depois da escuridão, e tinha a impressão que antes do raiar do sol tudo era escuro, e que de uma forma havia fugido disso, onde o que se lembrava de antes de abrir os olhos era apenas a escuridão nada de mais, não sabendo nem os nomes dos objetos mais simples, assim não sabendo o seu próprio nome, ou como havia chegado a tal lugar.

Mesmo notando que está com o corpo com algumas faixas, e em alguns lugares ataduras, Sato não sentia dor nenhuma, mas ainda se sentia tonto, mais por estar confuso do que pelos ferimentos que foram enormes devido ter sido pego em cheio pela explosão. Nisso uma enfermeira, ou algo que lembrava isso entrava na sala ficando espantada ao ver Sato acordado.


Garota: --Bom dia! Que bom ver que está acordado, esteve dormindo nos últimos três dias. Hoje você recebera alta, e será encaminhado para o colégio onde o direto saberá o que fazer com você.

off: copiei o esquecimento do livro "The Silmarillion"
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Nogima Sato
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As coisas estavam um tanto complicadas. Ali, tudo que via era uma claridade que só fazia meus olhos doerem, meu corpo pesava muito e tudo que eu sabia era que nada sabia. A sensação era estranha, de não saber de nada ao mesmo tempo em que você sabia que não sabia de nada. Simplificando, sabia de algumas coisas, sabia como me mover, o que era minha voz, o que era meu reflexo, mas somente isso. Não sabia onde estava, porque estava, como havia chego ali, ou porque diabos estava com aquela roupa e com aquela dor ou com aquelas ataduras. Acordei como se estivesse iniciando uma nova vida, mas essa nova vida não era um novo começo, era uma continuação. E sem saber o que houve antes, as coisas estavam bem complicadas para mim.

Não entrei em pânico, por algum motivo sabia que entrar em pânico não iria adiantar nada. O cheiro também era conhecido, era como estar em um hospital, mas não sabia definir o que era um com certa exatidão, alias, sabia de algumas coisas, palavras soltas assim como o que eram, ao mesmo tempo em que não sabia como colocar-las ou porque delas. Só que aquela dor de cabeça estava me matando. Quase que literalmente. Só que não tive muito tempo para me focar nela, já que uma mulher entrava no quarto e, aparentemente, parecia surpresa demais por estar acordado. Estranho, sabia que só em um caso uma pessoa jamais acorda, e se eu estivesse nele, não estaria ali. Não é?

Ela falou de um jeito rápido que mal entendia, e não sabia quem ela era. O que era meio obvio no meio de tudo. Como já era de se esperar, não reagi de forma bruta, alias, era assim que agiria? Não sabia, e aparentemente não me importava se não sabia, tudo que fiz foi apenas agir. Olhei para ela de forma normal, vendo que, se fossem inimigos ou qualquer outra coisa que pudesse me causar dano, não estaria me tratando. De qualquer forma, não entendia o que ela dizia, logo, precisava dizer isso. Mas resolvi ficar quieto, apenas assentido com a cabeça. Seja lá o que for, iria acabar descobrindo mesmo.
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Inu-Yasha
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Walker of the Darkness
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Sem saber como agir e se deveria agir da forma que estava agindo, Sato apenas observava em silencio a mulher que o observou um pouco limpou algumas áreas dentro do cômodo e saiu, onde logo em seguida um homem com uma roupa um pouco diferente apareceu onde pela pose dele Sato pode notar que esse estava em um nível hierárquico de trabalho superior ao da mulher.

Homem: --Bom dia! Como você está se sentindo, alguma dor, tontura? Como se chama mesmo?
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Nogima Sato
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[align=center][dohtml]<div style="width: 425; text-align: justify; line-height: 140%;">

Permanecia ali. Alheio a tudo que acontecia sem ao menos questionar o porquê. Como já havia dito, algo em mim falava que era mais fácil e simples manter calmo, sem fazer inúmeras perguntas idiotas e me centrar em coisas mais obvias para que pudesse dar um caminho para seja lá o que estaria fazendo aqui. Com minha resposta – um tanto vaga por assim dizer -, a mulher que ali apareceu já me questionando de algumas coisas que nem fazia idéia do porque acabou por sair depois de limpar algumas coisas por ali, o que me fez ver ela mais como uma faxineira do que um médico. Alias, como chegava àquela conclusão?<br><br>

Não demorou muito para que outra pessoa aparecesse, e nesse meio tempo continuava em silencio apenas olhando em volta vendo se encontrava alguma coisa que me puxasse alguma idéia ou algum fato passado, porque tudo que tinha em mente era um grande vazio que iria ficando pior conforme ia agindo de uma forma que não sabia. Em muitos momentos, senti como se aquilo não fosse minha forma de agir, que poderia ter agido de outra maneira, mas me pareceu ser mais viável naquele momento agir de uma forma mais gentil. Ah, e nem sabia por quê.<br><br>

Aquela outra pessoa não parecia um medico de inicio, e também, parecia não saber sobre o porquê estava ali ou quem eu sou. Olhei para ele da mesma forma que olhava para a mulher quando ela apareceu, primeiro indagando o porquê esta ali ou o que era aquilo. Mas como algumas coisas já foram reveladas, o que mais me preocupava era saber onde estava. Ele me perguntou o simples, quase as mesmas coisas que a mulher perguntou, o que acabou dando em nada. Levei as mãos à cabeça, parando para pensar um pouco, mas como não vinha nenhuma resposta completa, como não vinha nada alem de uma única coisa. Chegava a suar um pouco, mas não era um suor frio, abria a boca naquele mesmo tom entrecortado. A única coisa que realmente me lembrei foi apenas uma palavra. - Sa... To. Olhei para ele, mais confiante do que falava. Pelo menos era isso que pensava. - Sato.


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Inu-Yasha
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Walker of the Darkness
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Aos poucos Sato começava a entender o básico das coisas se lembrar de alguns nomes de alguns objetos e seus funcionamentos, mas ainda muito vago, ainda porque antes do acordar apenas se lembrava da escuritão da qual havia misteriosamente fugido. E logo se lembrou do nome com um pouco de dificuldade, o homem tirou uma luz do bolso e focou em ambos os olhos de Sato os observando, para terminar o diagnostico com um sinal de positivo com a cabeça.

Homem: --Você não tem nenhuma doença, nenhum ferminto grave, mas parece que está com amnésia forte, pois mal consegue se lembrar do básico das coisas. Mas acho que o melhor para você será viver e deixar para se lembrar aos poucos.

Antes que o homem terminasse de falar um garoto entrou no lugar, não parecia ser da parte medica, o que Sato se lembrou como são e como agem esses provisionais quando viu o garoto todo de negro entrando no quarto. O garoto apresenta a mesma idade de Sato, com cabelos negros bagunçados.
Garoto: --Vim buscá-lo para levá-lo para a bantai.


Homem: --Ele está bem, apenas com amnésia.

Garoto: --Ok! Vista seu uniforme e siga para a décima bantai. Não se preocupe o caminho até lá é facil.
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Nogima Sato
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Negativo Espada
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[align=center][dohtml]<div style="width: 425; text-align: justify; line-height: 140%;">
Ignorando o básico, que era toda aquela confusão e nenhuma resposta, pensei que fosse simples se fizesse uma única pergunta a respeito de tudo, mas, sabe, aparentemente parecia bobagem fazer-la. Cedo ou tarde, iria acabar descobrindo mesmo o que se passa, então iria economizar nas palavras que surgiam em minha mente para pensar em algo útil, como o que diabos estava acontecendo. De qualquer forma, continuei agindo de forma normal, ou da forma que pensava ser normal, e como não apareceu ninguém para questionar minha atitude ou alguém falando quem eu era, tudo parecia ainda mais estranho. Claro, não ajudava muito ele enfiando aquela luz na minha cara esperando que eu ficasse cego. No fim, foi o que já tinha pensando, ou achado que tinha pensado. Não importa, era que fazia sentido como se o que ele dissesse fosse algo que já sabia. Bom, que não me lembrava de nada eu já sabia. <br><br>

Mas como estava sendo simpático com todos, continuei sendo. Mesmo tendo uma grande vontade de soltar um comentário sarcástico ou algo do tipo para o que ele disse. É, novamente não sabia por que, mas que sentia a vontade sentia. E como se a situação já não estivesse complicada com somente aquelas duas pessoas que apareceram por ali, resolveram chegar mais pessoas. Diferente dos que já estavam ali, talvez pelo traje ou apenas uma percepção que mais parecia flash de idéia, não importava, só sabia que, de alguma forma, parecia que o cara tinha falado para ele. O cara era o medico ou o cara que enfiou a luz nos meus olhos e me deixou cego por alguns segundos. O que chegou fez um breve comentário que, obviamente, não entendia. Bantai? Que era isso? Alias, que historia é essa de me levar para algum lugar sem me falar o que era?<br><br>

Era por isso que estava começando a me sentir um pouco irado. Aquela indicação de me fazer ir para algum lugar sem dar alguma resposta fazia com que meu olhar mudasse, meu corpo esquentasse e uma grande vontade de bater neles crescia em mim. Não sabia por que, nem sabia como iria fazer isso, mas estar com amnésia não era algo bom, e ajudar que era bom, nada. Mesmo sobre ordens de um pirralho, não me movi da cama, não antes de começar a falar algumas coisas. - Não vou sair daqui até saber o que está acontecendo. E foi isso que me relaxou, fazendo com que toda aquela pressão que sentia desaparecesse. Esperei que houvesse uma resposta, mas me parecia que ninguém iria responder de uma forma simples, então dei uma dica de onde eles poderiam começar. - Onde estou? O que está acontecendo? E quem é esse garoto e esse negocio de bantai para onde querem me levar? Apontava para o garoto, mantendo um tom simples e fácil de se entender. Logo depois, abaixava a mão e me ajeitava sobre a cama, esperando ouvir o que queria ouvir para ter uma idéia do que pensar e do que fazer.

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Inu-Yasha
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Walker of the Darkness
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Medico: --Não precisa se preocupar, nem temer nada, estamos aqui para lhe ajudar. Esse garoto se chama Yuhiko, e é como um soldado, se você ainda se lembra o que é um. Ele te levara para a bantaai, ou seja, para onde o seu grupo está, onde você poderá vivenciar melhor e lentamente poder se lembrar das coisas.

Não muito distante de onde estava Sado, pode ver um uniforme semelhante ao do garoto dobrado em cima de uma mesa, já que está usando uma especie de kimono branco. Não entendia muito bem o que estava acontecendo, mas logo se lembrou do basico, sobre execito e batalhas, e assim pode fazer a ligação de uma unidade com uma bantai.

Yuhiko: --Não sabemos o que aconteceu com você, apenas que você foi encontrado quase sem vida no cambo de batalha, onde como não ouve mais sobreviventes, não sabemos o que aconteceu e esperamos que quando você se lembrar possa contar o que aconteceu.


off: so para saber, todos na batalha morreram, inclusive o shinigami que cuidava da cidade, que lhe incomodava.
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Nogima Sato
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E tudo que precisava era uma explicação, ela não veio da forma que gostaria quando o medico ou algo parecido começou a falar. Na verdade, não é que estava preocupado com o que iria acontecer comigo, era que no meio de tudo, não ter respostas e dar caminhos não era algo seguro. Meu instinto, ou algo que pensava ser aquilo, dizia que não era correto, e não ser correto naquele momento de completa falta de informação me fazia não arriscar em nada. Pouco me importava qual era o nome daquele cara o u o que ele era. Não queria vivenciar coisas passadas, queria lembrar-la. Algo me dizia que aquela condição não era nenhum um pouco favorável, nem um pouco honesta. Por estar sem memória, poderia ser facilmente manipulado. E ser usado era algo que não gostava. Ou que pensava que não gostava e tal.<br><br>

Pude ver que havia algo semelhante ao que o garoto vestia sobre uma mesa. Aparentemente, deve ter uma espécie de roupa padronizada para certos setores, logo depois pensei que isso fosse comum. Não fazia idéia do que ele havia dito, o medico, o que me colocou em uma situação em que deveria agir conforme eles mandavam ate ter uma noção de quem era, ou do que pensava. Não iria ficar o dia inteiro sentado ou deitado em uma cama esperando que todas as memórias voltassem, alias, não sei se iria poder me manter assim de qualquer forma. Não é como se aceitasse, mas era a única posição que tinha.<br><br>

Resolvi me mover, saindo da cama. Surpreendentemente, parecia que não estava naquela situação por muito tempo, meu corpo se movia bem e minhas pernas conseguiam sustentar meu corpo sem nenhum problema. Ouvia algumas coisas sendo falada por aquele garoto sem muito importar, onde fui encontrado ou em que situação não alterava os fatos, somente que, aos poucos, pelo jeito era a solução e resposta para que pudesse saber quem eu era. Talvez devesse mudar o titulo desse capitulo para Who am i. Não tinha o menor interesse naquilo, na verdade.<br><br>

Ao vestir aquela roupa, me senti um pouco estranho. Não era como se já não houvesse usado aquilo antes, mas era como se não fosse aquela a verdadeira roupa que deveria usar. Era uma sensação estranha, mas não mudou muito como via as coisas, apenas que aquela sensação era um tanto incomoda. Depois, apenas segui o caminho como haviam dito. Esperando que não houvesse nada ou ninguém no caminho que me reconhecesse ou que me parasse. Sabe, naquele momento só queria um pouco de paz e começar a botar as coisas em ordem em minha cabeça.

</div>[/dohtml][/align]

Só lembro do pai dele. Outra coisa, não fiz menção de armas porque não sabia se estava com ela. E tem outras questões que podemos questionar depois, como Sato não se lembrar de tudo.
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Inu-Yasha
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O medico e o garoto continuam a conversar, mas Sato já não mais prestava atenção em ambos, havia parado de escutá-los na metade da frase enquanto se levantava da cama, se vestindo já nem entendia mais o que falavam pela falta de atenção na conversa. A roupa semelhante a do garoto, toda preta, fez Sato se lembrar que já havia visto algumas pessoas usando semelhantes, e que chegou a vestir semelhante, nisso notava que estava sozinho no quarto.

Saindo do prédio que estava pode notar que no pátio pode encontrar muitas outras pessoas, todas vestidas da mesma forma, ou seja, da mesma forma que está vestida, e que mesmo tendo uma vaga noção de como era uma cidade, pode notar que há que está é diferente, como uma cidade no período do Japão feudal, já que todos andam armados com espadas na cintura. Não demorou muito e Sato chegava ao prédio da décima bantai, pode encontrar alguns companheiros fazendo a ronda, meia que desnecessária e o garoto na entrada para um dos prédio.
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