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Sasshin no Shoukan: Inisharu no koui - Mitateru
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Topic Started: Apr 20 2009, 06:32 PM (1,852 Views)
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Ryuujin
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Jun 16 2009, 10:30 AM
Post #31
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No momento, tinha muita coisa acontecendo de forma rápida, inesperada, e isso gerava uma enorme confusão em meus sentidos e planos. Atualmente, por mais que quisesse voltar no passado e impedir que fosse para esse mundo que estava e, para dizer a verdade, voltar até mais no passado e impedir que eu mesmo pudesse me tornar um shinigami, estava fardado apenas ao fracasso.
Realmente não tinha tido muita sorte no que fazia, não tinha tido momentos bons para que pudesse lembrar, minha vida inteira estava sendo resumida apenas ao uma espécie de velha maldição que fez desde o dia que nasci, até agora, apenas sofrimento desnecessário.
Eram em momentos como esse que parava um instante para pensar no que tinha feito e, como sempre, chegava a conclusão de que não tinha feito nada, apenas recebido. Não que isso fosse algo bom, no fim das contas, preferiria não ter recebido algo do que ter tido aquela vida. Momentos bons eram importantes na vida de uma pessoa e na minha vida, não tinha tido nenhuma.
Apesar de estar caminhando com dificuldade naquele terreno arenoso, já estava acostumando com a irritante sensação de um caminhar débil e areia entrando , não sabia qual era a diferença de espaço entre a única arvora envelhecida que tinha visto há uma pequena distancia de onde tinha acordado até onde estava, isso não me era interessante de qualquer forma, mas uma coisa havia visto: Que iria morrer era de fome.
Não tinha pensando em nenhuma punição melhor que aquela por ter vivido, a morte por uma deficiência de alimentos era o que chamava de algo exemplar pelo simples fato de não morrer rapidamente e nem sofrer muito, apenas iria desmaiar e, no fim, nada vai restar mais do que apenas um ultimo suspiro.
De fato, não estava bem habituado com o que acontecia por ali e, nem por isso iria ficar preocupado, toda metida tinha uma reação contraria, essa é a constante que move esse maldito universo e, por ter ido contra minha própria vontade – Talvez fosse isso, não tina uma outra explicação para o motivo de ter ido de encontro com aqueles Quincys – acabei recebendo a punição na medida certa. Se parar alguns instantes para pensar, poderia considerar tudo o que aconteceu como um modelo semelhante ao Inferno de Dante e, por muita sorte, fui parar em um de seus círculos sem direito a volta.
Em um momento, fui tomado por uma força que veio de uma direção que não conhecia. Forte, implacável. Era a típica atitude de forças da natureza que não avisam com antecedência o que vai fazer, simplesmente aparecem e acabam com tudo. Fui levado para o alto sem fazer muita resistência, não tinha nem força nem vontade para impedir que minha vida terminasse ali, era apenas levado de um lado para o outro como uma folha ao vento, não importando o caminho que fizesse, apenas aonde iria parar.
Momento depois, despertava em um lugar que não era tão diferente ou estranho de onde estava. Continuava ali, parado, respirando com uma certa dificuldade por alguns minutos, até que conseguia recuperar o fôlego e passasse a respirar normalmente. Não fazia muita diferença, já que não estava tão disposto a mover um músculo para sair do lugar, tudo que via eram apenas uma escuridão que engolia boa parte do lugar, algumas arvores que se assemelhavam aquela que havia visto ao longe quando chegava nesse lugar e uma sensação que ardia na ponta da nuca até a parte frontal da cabeça. Não fazia idéia de qual era o plano da pessoa que me enfiou naquele lugar, mas ela seria bem idiota ao pensar que iria aventurar em uma espécie de floresta. Fazia um pouco de esforço, ouvindo um certo barulho vindo do dorso, como estava com o braço direito acabado, o movimento foi feito para o lado esquerdo, usando o braço esquerdo como suporte para levantar. O movimento completo demorou quase um minuto inteiro para ser realizado, foi feito sem pressa, sem se preocupar com aquela sensação que tornava as coisas ainda mais complicadas, quando estava de pé, não tinha uma boa localização de onde estava, mas como era o costumeiro, tinha que ir para uma direção qualquer. Minha nada experiência dizia que entrar em floresta não levava a lugar nenhum, então teria que ir para a direção oposta dela, obviamente, poderia supor que foi a mesma de onde tinha vindo. Como não me restavam opção, e ir para a boca do lobo não era algo que eu – Geralmente – fazia.
Depois de alguns passos, parei. Realmente, odiava esse tipo de coisa. Se eu fosse para o lado oposto, provavelmente iria me acontecer a mesma coisa que se fosse para o outro lado, como não estava com animo para ficar atrasando as cosias e, por mais que falasse que queria elas mais rápidos, ficar adiando minha morte já estava tornando as coisas mais complicadas.
Quanto mais tempo demorasse a morrer, mais problemas iam surgindo e piorando a situação. Foi a mesma coisa com Yoko. Aquela vadia sumiu e deixou um monte de Quincy na minha cola, invadiram minha casa – Ou a casa dela, mas quem estava morando por lá no momento era eu – Me fizeram ir de encontro com outro daqueles caras que, por mais força usasse, nunca conseguia algo e, como sempre, fui jogado em outro mundo de completo desespero e loucura. - Porque isso não acaba logo. – Dizia em um tom neutro, passando a ficar lateralmente entre os dois caminhos, Como decisão, tomei a escolha que mais combinava com meu momento: Morrer de uma vez.
Com velocidade, utilizava aquela técnica estranha sem nome para suprir o espaço entre onde estava até onde queria em menos de um segundo. Desta forma, estava dentro da floresta com as arvores sólidas esperando que aquela sensação me levasse de encontro aquele que iria me matar.
Seria mais sensato falar que desmaiava na queda e não no ar. E, provavelmente, vou entrar todo dia na net durante essa e a proxima semana, sendo em casa ou na faculdade.
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Inu-Yasha
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Jun 18 2009, 07:23 PM
Post #32
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Walker of the Darkness
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- #44
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Após pensar as mesmas coisas de sempre, sobre maldição, falta de sorte entre outras desgraças, não dando valor para as coisas boas que aconteceram, já que julga essas como desgraças Sato pensa se entra ou não na floresta dos hollows, mas não teria como sair do buraco onde está sem ser cruzar a floresta. E assim o fez, já que julgo que seria mais rápido entrar na floresta que tentar fazer toda a volta, por um lugar que o traria novamente para a entrada da floresta.
Adentrando a floresta em velocidade, Sato sentiu a presença de vários hollows se dirigindo para um mesmo lugar, e adentrando mais se aproximou mais do local onde os hollows estão indo, onde pode sentir a presença de um shinigami desconhecido que pelos barulhos e clarões percebeu que estava lutando contra os hollows. Até que chegou em uma bifurcação, um caminho leva para a luta, e outro caminho leva para um lugar deserto.
off: é complicado!
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Ryuujin
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Jun 19 2009, 11:03 AM
Post #33
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Unregistered
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Antes de mais nada, queria dizer que o que realmente interessa é o ultimo parágrafo. De agora em diante, vou falar o que realmente importa, pois estarei aumentando consideravelmente meus post com interpretação própria do personagem. Mas caso queria ler, é sua conta em risco.
Sem muita escolha, pelo menos as aparentes, entrava naquela floresta petrificada sem muito importar com o que poderia encontrar lá. Ao certo, não tinha nenhuma esperança de sair de lá e, ultimamente, ter esperança em algo era impossível para mim. Com o corpo em farrapo, tentava procurar algo que poderia me ocupar tempo o bastante até que pudesse morrer, mas nem isso conseguia. Poderia resumir tudo em uma tentativa inata de tentar viver, mas nem isso me era concedido.
Da forma que entrava na floresta, não passava nem da segunda arvore, dando ainda uma sensação de que mal havia saído do lugar, dali para frente, fui andando em passos moderados, sem muita pressa ou direção, poderia ajudar em minha decisão tirando todo peso inútil que tinha, ou seja, aquela espada, e ia andando sem rumo por mais um bom tempo até que, finalmente, pudesse ser decidido em qual lugar iria.
Por mais comum que fosse ter aquela estranha capacidade de sentir coisas que, normalmente, não eram vistas, no momento estava ignorando qualquer coisa que pudesse comprometer minha mente. Na forma atual, não era capaz de sentir nem cheio de forma correta, tamanha desnecessariedade que havia em mim, tudo que conseguia era juntar algumas palavras e criar esse texto que aqui estou escrevendo, sem muitas palavras bonitas ou acentuação necessária. De fato, não havia muita vontade em viver, já que havia notado que não tinha muito sentido em ficar vivo para não receber nada.
Já não tinha mais objetivo, não tinha mais amores ou ódio, tudo que se acumulava era apenas uma fagulha da centelha que tinha, apenas a vontade de seguir em frente para que pudesse encontrar aquele que seria meu carrasco. Seja ele a fome, algum ferimento não cicatrizado ou curado – E isso remete aquela ferida no braço, por mais que “curada” de uma forma inexplicável, não conseguia mais mexer o braço direito. – Ou qualquer outro tipo de coisa que pudesse aparecer e me matar.
Não iria oferecer resistência, creio eu, não iria oferecer nada que não fosse a chance de me matar e isso já me era suficiente. Passava a mão esquerda sobre a corda que segurava a espada na cintura e a soltava, fazendo com que a mesma escorregasse pela cinta do quimono e fosse parar no chão, me pareceu que ela tinha ficado presa em algo, já que ela se arrastava atrás de mim, mas pelo menos não tinha mais o peso oferecido por ela, e caso ela se prendesse em algo, por ali ela ficaria.
Estava andando até encontrar uma trilha, como ela estava em meu caminho, não fiz outra coisa que não fosse entrar nela. Se tem uma trilha, quer dizer que havia pessoas que por ali passavam e, desta forma, me pareceu ser uma boa idéia no momento. Poderia achar alguém que quisesse me matar – Mesmo sem motivo, não sabia onde estava e isso já poderia ser motivo o suficiente para que alguém saísse matando os outros a esmo – E ela terminaria algo que deveria ter feito a muito tempo atrás.
Durante aquela caminhada, sentia o ar entrando no peito de uma forma mais eficiente, não sabia o porquê, mas me parecia que aquela velha sensação passada havia voltado. Aquela sensação de anos e meses atrás. Aquela velha chama de meu Origin – Agora chamado de Byakuei – Ainda me era inútil. Não entendia a existência de algo que só serviu para prejudicar ainda mais toda minha existência, me tornando não um individuo, mas uma mescla entre algo que não existe e minha própria existência. No fim, estava me tornando menos do que aquilo que me caçava, estava me tornando algo que não existia e, com isso, poderia retornar ao lugar que pertencia. O nada. Depois de mais algum tempo andando, já não tinha noção de onde estava indo, tudo foi claramente prejudicado pela minha ida para aquele mundo estranho. Sem nenhum ponto de referencia, sem nenhum método de localização, não tinha o porquê tentar descobrir qual era os pontos cardeis e ir em busca de uma saída. Nem queria isso e nem tinha como. No momento, todo meu senso de direção estava comprometido, assim como meus sentidos. Não sentia sede nem fome, pelo menos não no momento, mas não saberia dizer se estava indo para frente ou para trás, era como se estivesse sendo levado inconscientemente para uma direção especifica, mas meu cérebro não enviava estimulo para o corpo, o corpo se movia voluntariamente independente.
Quando recobrava a consciência, já que estava tão fechado em meus pensamentos que não havia nem notado o que aconteceu, estava em meio a um campo de batalha. Ou era isso que me parecia ser. Talvez fosse meu corpo que, assim como a mente, escolheu o que queria fazer, no caso seria simplesmente morrer. Não que isso fosse um problema, mas a situação estava sendo mais fácil do que pensei, desta forma, poderia ir embora rapidamente daqui e me juntar aos que não existem em um lugar que, quem sabe, poderia finalmente encontrar um pouco de paz. Com sorte, minha essência sumiria completamente e eu voltaria a ser o que era, parte de um todo, mas sem a capacidade de deferir o que é o que, voltar a ser uma existência incompleta, apagada.
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Inu-Yasha
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Jun 22 2009, 10:42 PM
Post #34
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Walker of the Darkness
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off: tem como me explica os seus novos objetivos? Se for muito longo por PM.
Apenas deixando o corpo o guiar, Sato chegou uma bifurcação que nem percebeu e seguiu para a esquerda indo em direção a batalha, explosões que estavam acontecendo próximas, só percebendo que tinha escolhido esse caminho quando estava quase dentro das batalhas.
O local é um pouco mais a frente de onde Sato está, como se fosse uma clareira quadrada aberta no meio da floresta por algum poder, ou simplesmente pela derrubada das arvores que se encontram caídas no chão o que proporcionou um terreno muito acidentado, com vários tipos de buracos e elevações.
Vindo do lado oposto de onde Sato está, em sua frente tudo o quanto é tipo de hollow fraco, e parado próximo deles incontáveis menos grandes parados e recebendo ordens de um hollow mais forte que não estrava na luta. E no centro de tudo, um shinigami usando uma mascara de hollow, e uma segunda como escudo.
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Ryuujin
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Jun 23 2009, 12:09 PM
Post #35
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Unregistered
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Novamente, o ultimo parágrafo é o importante, mas prefiro que leia os 4 últimos. Se não tiver presa, poderia ler todo o post para entender melhor o que aconteceu.
O fato de que minha própria essência estava começando a negar meu corpo, passou pela minha cabeça algumas vezes antes de começar a sentir o problema que aquilo me causava. Já estava cansado de tudo, de todos aqueles problemas que só acumulavam e que, no fim, só pioravam ainda mais minha situação. Aquela frase que diz: ”Depois da tempestade vem a bonança”; Para mim é o oposto, quase nunca tinha um momento de paz, mas quanto tinha, ele sumia tão rápido quando aparecia e vinha a tempestade ferrar minha vida novamente. Seria engraçado, se não fosse trágico.
Meus pensamentos estavam um tanto caótico, já não podia mais confiar em ninguém, amar alguém, entre outras coisas, estava fadado apenas a ser um fantasma naquele mundo. Viver sem ter um ideal, esperar que a morte aparecesse enquanto estivesse em um estado de profundo delírio pensando nas coisas que poderia ter feito se tivesse uma vida melhor.
Aquela caminhada débil eu tinha me levou para uma direção. Por estar aberta, tinha um espaço considerável dentro dele, uma espécie de clareira que era comum em florestas, muitas vezes causada por deficiência no solo. Mas como aquele lugar estava longe de ser uma floresta comum, no mínimo que poderia pensar a respeito daquilo era que algo provocou aquela abertura tempos atrás. E isso aconteceu recentemente.
Com o corpo um tanto curvado para frente, deixava o peso em meu dorso aumentar progressivamente, quando permanecia naquela posição sem muito fazer. Não exercia esforço físico, mas a gravidade era um auxilio para que começasse a sentir uma leve pressão na área lombar. Minha visão estava fraca, débil, conseguia ver poucos vultos em minha frente, mas isso não era o que mais me preocupava. Minha visão débil era um processo simples, que iria resultar em um corpo totalmente inútil, o que era bom, poderia auxiliar em minha morte. Na situação, estava com um conjunto de problemas que já somavam quase todo meu corpo: Cansaço, raiva e outros tipos de frustração, uma ferida no ombro direito que estava impedindo que usasse todo o braço direito, uma leve ardência na região lombar, falta de sangue no corpo, desconforto nos pés e a fome que não demoraria em se tornar insuportável. Tudo aquilo estava somado aos problemas mentais que agora sofreria, isso mostrava que minha situação não era tão boa.
Tinha lapsos momentâneos de visão, quando forçava o mesmo, mas isso era algo que não queria mais fazer. Ainda conseguia ouvir com clareza o que acontecia em volta, muito barulho para ser chamado de apenas uma brincadeira, e se juntar com aquela ardência que tinha na ponta da base craniana, sentia algo que não era comum, ou seja, aqueles monstros denominados hollow. Eles não exerciam muita pressão em meu corpo, ou talvez a sensibilidade dele já estivesse nas ultimas, assim como o resto dos sentidos, e não conseguia saber direito o que estava acontecendo. Não conseguia ouvir palavras, era apenas barulhos e urros altos o bastante para considerar que havia coisas enormes por ali. Isso não me deu medo, apenas fez com que conseguisse mover o corpo para frente, em busca de um deles para que me matassem.
Aquela situação serviu para algo, em uma batalha, poderia ser o alvo mais fácil.
O resumo da situação se tornava simples. Naqueles poucos momentos em que conseguia uma visão, enxergava coisas que não eram alem de minha compreensão, afinal, eu escolhi entrar nesse mundo e, agora, tinha escolhido sair dele. Poderia ser uma situação simples, mas era complicado. Mais do que gostaria que fosse.
Respirava calmamente. Por estar parado há algum tempo, conseguia manter a respiração estável, mas meu corpo ainda estava pesado. Deixei meu corpo cair no chão, acabei sentando com as pernas levemente dobradas, dando apoio para os braços, caso quisesse, mas apenas um braço utilizou daquele apoio, já que o outro não se mexia mais. Puxei o ar novamente, e soltei pela boca assumindo o controle do corpo, finalmente, já estava voltando a mim.
Piscava os olhos rapidamente, apertando-os por algum tempo antes de voltar a repetir o movimento, estava assumindo que, agora, precisava fazer algo a respeito de tudo que tinha feito, de tudo que tinha visto e fugido. Não queria que minha vida fosse assim, não queria e podia mudar-la caso precisasse. Mas os empecilhos foram e são gigantescos.
Quando percebia, estava chorando. Não era um choro forçado ou controlado, as lagrimas apenas escorriam de meu rosto e tocavam o solo. Fiquei em silencio perante aquela situação, ouvindo a batalha correr enquanto ali estava esperando que alguém me matasse. Comecei a lembrar do passado, muitas coisas que não gostaria de lembrar, como aquelas velhas humilhações por parte daquelas pessoas que eu pensava ser minhas amigas, parte das pessoas que eram de minha própria família. Até a humilhação das pessoas que carregavam meu sangue. O confronto com a verdade era ruim, mas sutil.
Apertava com força a mão esquerda, tanta força que ela passava a se espalhar para o corpo inteiro, mordia com força meu maxilar fazendo com que o osso estralasse. Sentia raiva de tudo aquilo, ódio de todos, até que me lembrei de Yoko. Sorria, mais um sorriso um tanto sarcástico, ela poderia ter sido uma parte de minha vida que passou rapidamente e ao mesmo tempo em que deixou uma marca feliz, deixou uma triste.
Percebi que tudo que tinha de feliz em minha vida sumiu como uma areia que escorrega por entre os dedos. Quando havia percebido aquilo antes de agora, desisti totalmente em buscar algo para me suportar. Um pilar que pudesse me manter em pé nos problemas, e isso foi Yoko, percebia que ela carrega algo semelhante a mim, mas ela tinha parentes que a suportavam. Sentia inveja dela naquele momento, eles poderiam não ser os parentes delas, mas eram gente da própria espécie que ela, já eu, era o único ali.
Yoko apareceu rapidamente em minha vida, foi mais um tratamento de luxuria para esquecer os problemas do que outra coisa. De fato, havia algo nela que ela simplesmente permitiu que invadisse sua intimidade sem dar muitas explicações e assim foi o que aconteceu. Noites de tórridas luxuria que explodiam na pele. Sexo nada menos que o carnal e o selvagem, na qual todos os prazeres eram expostos na carne e lavados na mesma. Yoko tinha sido apenas isso? Uma mulher que permitiu que fosse exposto seu sexo para um completo estranho por noites a fio apenas para saciar sua sede por sexo ou ela gostava de mim e eu nem percebi aquilo?
Houve um momento na qual eu pensei que Yoko poderia ser a pessoa que viveria para sempre. Pensava nisso com um sorriso, afinal, nunca tinha pensado naquilo antes. Com todo meu percurso nesses 17 anos tinha levado para nenhum lugar que não fosse a tristeza. Sorria pensando que ela seria a mulher de minha vida, já que muitas outras haviam passados e nenhuma delas tinha deixado algo de bom.
Já fui traído, de chegar na casa dela e encontrar-la nos braços de outros. Já fui humilhado e mal tratado inúmeras vezes, mas no fim, eu tentava reerguer a cabeça, mas eles sempre a abaixavam novamente. Não nasci daquela forma, fui colocado naquela situação, mas ainda lutava para que pudesse nascer novamente, ter uma vida e ser alguém que poderia enfrentar todos aqueles problemas.
Mas isso nunca adiantava. Terminava o dia e ainda estava naquela situação, naquele poço sem fim na qual apenas via o céu e os pássaros voando. Era um sapo no poço que apenas desejava poder voar e encontrar a liberdade no mundo.
Estava chorando, como sempre diziam, esperava que aquele choro limpasse minha alma de uma vez e permitisse que tivesse mais um pouco de força para lutar contra meu destino. Estava fazendo aquilo minha vida inteira, e não queria desistir ali. Mas havia chegado ao limite. Minha mente estava fraca, debilitada. Yoko se sacrificou por algo que ela acreditava. Ela queria se mostrar prestativa, mas não conseguiu, quando a vi indo embora e eu sem forças para salvar-la, percebi que nunca conseguiria ser feliz novamente.
Queria gritar, gritar o mais alto que pudesse para liberar toda aquela dor que ainda estava presa no meu corpo, queria poder pegar na espada novamente e ergue-la ao alto e provar que poderia ser alguém, que poderia ser feliz. Queria destruir todo o meu destino formado e reconstruir-lo novamente, no qual o fim eu pudesse ser feliz. Eu iria morrer para que isso acontecesse, e iria fazer com que tudo fosse jogado aos meus pés e minha vida se tornasse algo alem de uma mera existência que poderia ser apagada a qualquer minuto. Eu queria.
Meus olhos estavam secos, chorava tudo que tinha que chorar, agora era o momento para liberar toda aquela dor que invadiu meu ser e se instalou nele, foi ai que abri os olhos novamente e me encontrei em um outro lugar...
Estava flutuando sobre a água, estava deitado enquanto um céu escuro, cheio de nuvens e um estado nada menos que o caótico, aquele lugar me lembrava de minha vida. Águas calmas que mostravam todo meu sofrimento e lagrimas contida externamente, mas liberadas internamente. Um oceano vasto, que perdia de vista, e que não tinha nada nele que não fosse uma ponta de rocha se destacando. Os inúmeros peixes que saiam da água voavam sem destino, isso representava meu destino, uma prova de que aquilo poderia ser mudado.
Sofria, sofri mais do que poderia ter aquentado, mas foi nisso que percebi que estava errado, foi nisso que percebi que era justamente o contrario. - Você é mais forte do que pensa. – Ouvi uma voz calma, transmitia certa tranqüilidade. Fiquei em silencio apenas ouvindo aquela voz ecoar em meus pensamentos. Era isso mesmo. Se não fosse forte, não teria suportado metade do que suportei. Mas não sorria, isso não era uma qualidade que se destacava, isso não era algo que me agradava. - Nada é certo que o impede de fazer algo. Você é o rei de seu destino, você deve governar seu povo da forma que você deseja. – A serenidade da voz era implacável.
Forcei meu corpo, curvei para frente começando a ficar de pé sobre aquela água calma. Via ela novamente, sobre o único pilar que era centrado ao todo oceano. Byakuei estava calma, com um olhar acolhedor e simpático, com um sorriso caloroso e feliz em seu rosto. Ela sentava de forma que uma de suas mãos segurasse seu rosto apoiando pelo queixo. Naquele momento, vi que ela era mais bela do que a ultima vez que tinha visto, talvez porque estivesse inundado de ódio. Havia percebido outra coisa, meu corpo estava mole, como se toda aquela frustração tivesse sumido. Ela pegou o guarda chuva e o abriu, mostrando aquela transparência. Apenas a olhava em silencio, não sabia o que dizer, não sabia como reagir aquilo. Ela se levantou deixando com que seu longo vestido tocasse a água, aparentemente, ele se molhou, mas isso não pareceu incomodar-la. Seu caminhar foi tão sereno quanto sua aparência, um passo em frente ao outro passo, Byakuei se aproximava de mim ainda mantendo aquele sorriso no rosto, quando ela chegou perto de mim, se curvou um pouco em minha frente, tirando uma de suas mãos que segurava o guarda-chuva, e passou a mão delicadamente em volta de meu pescoço, puxando meu rosto para o perto do seu e me dando um beijo casto no rosto.
Como uma criança envergonhada, ela rapidamente se afastou de mim, voltando para a rocha central e se sentando de costa para mim. - Você tem toda força que precisa dentro de você. – Ela concluía com uma pequena risada, já que o lugar era muito quieto, conseguia ouvir com clareza. Aquilo me atingiu como uma bomba, era o que precisava ouvir para seguir adiante, era tudo que precisava ouvir para dar um passo em frente ao outro e seguir em direção do meu destino. Levava a mão esquerda ao peito e abaixava a cabeça quando levantava...
Meus olhos tinham um brilho suave carmesim nele. Não precisava gritar para liberar toda a angustia que tinha dentro de mim, não precisava fazer mais nada para que pudesse liberar tudo que tinha guardado dentro de mim, só precisava quebrar as correntes que me seguravam e liberar toda minha essência, queimar todo meu poder de uma forma que nunca havia liberado antes, não precisava viver sozinho, porque tinha dentro de mim o que era preciso para transpor o destino que tinha.
Foi como uma explosão, toda aquela centelha que tinha em mim queimava como tanto calor e poder que chegou a me assustar. Minha força corria até os confins do universo e voltava para mim fazendo com que tivesse mais força do que precisava, não era mais alguém que queria morrer, que havia desistido da vida. Era um novo Sato que renasceu para lutar contra o destino e provar de uma vez por todas, que ele era destinado a ser feliz.
A pressão que liberava era gigantesca, liberava mais poder do que conseguia controlar, não sabia se aquilo iria atrapalhar aquela luta, nem se aquela pressão iria ser sentida longe, mas continuava a liberar o poder, mais e mais. Puxava a bainha com a mão esquerda, levando-a até conseguir puxar a espada, tirava-a com um único movimento. Agora tinha uma visão completa de tudo que acontecia.
Naquele lugar, naquela floresta, tinha duas pessoas estranhas por ali. Não sabia distinguir quem era quem, mas uma pessoa que ali estava usando uma mascara, não sabia dizer se era homem ou mulher, e havia uma outra usando algo como escudo, da mesma forma que a outra, não saberia dizer se era homem ou mulher. Naquele momento, tudo que poderia fazer era apontar a espada para os inimigos que conhecia e esperar que meu braço direito e meu corpo funcionasse. Não acharia estranho que caísse morto agora, mas sentia melhor do que antes. Pela primeira vez em muito tempo – Ignorando, obviamente, os momentos com Yoko que eram apenas farsa - Esse tem sido o melhor momento de minha vida.
Inu, se esse Vaizard não for a garota, melhor nem falar que ele esta ali. Não faz sentido ter um vaizard naquele lugar.
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Inu-Yasha
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Jun 24 2009, 07:15 AM
Post #36
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Walker of the Darkness
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Após um sublime momento que parecer ter levado muito mais tempo do que realmente levou, Sato abria os olhos liberando todo o seu poder, mias do que conseguia controlar o que acabou o deixando sem uma completa mobilidade, e sem toda a velocidade que costuma usar seguidamente, e chamou a atenção do shinigami e do hollow mais forte que controla os outros.
Quando uma explosão aconteceu em sua frente e pode ver que foi devido o disparo de um cero, vindo de um dos hollow maiores que estão no local, já que os menores, o mais forte e o shinigami continuarem suas lutas logo em seguida a explosão, já que Sato apontou a espada para seus inimigos conhecidos (hollows) e partiu correndo para cima deles. Se sentia leve, e tranqüilo apensar do peso que o poder fora de controle causava nos movimentos.
Se aproximando encontrou o shinigami mascarado, que ao contrario do que pensou não é um vaizard, mas um shinigami que está usando uma mascara hollow, e um escudo que é também uma mascara hollow a esquerda e logo a frente três hollow, os três parecendo goblins superdesenvolvidos usando mascaras brancas.
off: não é um vaizard, é um shinigami usando a mascara de hollow, como mascara e como escudo. imagem off: pouco tempo para ler tudo aquilo, mas ainda vou ler.
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Ryuujin
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Jun 24 2009, 09:36 AM
Post #37
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Unregistered
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Arfava levemente, enquanto a carga de energia que emitia de meu corpo preenchesse aquela vazio que tinha dentro de mim. O momento foi rápido, para dizer a verdade, toda aquela explosão de energia que ocorria não passava de toda aquela frustração que estava liberando como se deixasse água escorrer livremente. A respiração se tornava calma, como se a necessidade pelo ar se tornasse ínfima, perante toda a necessidade que tinha, meu corpo se mexia melhor que antes, não pela liberação do poder, mas que ele ajudava o músculo e meu corpo a relaxarem. Era uma sinfonia passiva, mas que não iria durar muito tempo.
Era como adrenalina, aumentando consideravelmente toda minha percepção e isso não iria ser um problema, já que não importava quanto liberava, meu corpo em si não fazia esforço algum. A centelha havia se transformado em um fogo e não iria demorar muito para ele virar um incêndio.
O brilho de carmesim em meus olhos era quase uma alusão à cor vermelha natural deles, era como se tivesse acordado para vida pela primeira vez e, por causa disso, meu pensamento estava mudando completamente.
Podia notar com clareza que o que aconteceu se tornou mais abrangente do que pensava, ou não, talvez fosse aquilo mesmo que queria. Toda a consequência estava sendo processada e analisada rapidamente, não estava preocupado com o que poderia acontecer, estava pronto para o que fosse acontecer. Desta forma, permanecia no mesmo lugar apenas olhando para a confusão. Como estava sozinho, não tinha nenhum aliado por ali e isso incluía aquele cara estranho com a mascara.
Um feixe de luz vermelha veio em minha direção, como se já não bastasse estar parado em um lugar, ainda erram. A explosão não impediu que me movesse, tanto que continuei no mesmo lugar sem tirar os olhos dali. Havia uma diferença entres os hollows que tinha ali, o que mostrava claramente que os maiores eram mais fortes, só não sabia se eles iriam suportar o poder oculto que estava manifestando, ficava em silencio, moderando o ar que entrava pela boca.
Estava frontalmente para eles, ou pelo menos, para uma quantidade deles. Não conseguia mexer o braço direito, talvez fosse melhor arrancar-lo de uma vez, mas deixaria para fazer isso depois, mas naquele momento, estaria pronto para dar uma ataque mais poderoso que já vi.
Aquela energia que fluía de mim não era o típico de coisa que poderia se usar varias vezes, depois do encontro com Byakuei, percebia que tinha mais força do que poderia perceber, mas isso não queria dizer que ela seria eterna. Tudo que precisava era conseguir controlar-la e como no momento estava controlando-a parcialmente, e tinha inimigos em minha frente, era obvio o que iria fazer em seguida.
Levantei a espada até ficar reta em minha frente, dobrava o punho fazendo com que ela ficasse com sua lamina voltada para mim. Puxei o ar pela boca soltando por ela mesma e depois tirava a mão da espada. Ela ficava no ar, parada da mesma forma que havia deixado, mas isso não era tudo, com a mesma mão esquerda, batia no cabo dela fazendo com que ela começasse a girar, formando um circulo em minha frente, ele brilhava, como se houvesse a ativação da espada para sua forma secundaria e foi ai que tudo se mostrou diferente do que tinha visto. Semelhante ao ataque que haviam feito e errado momentos depois, disparava um feixe de luz maior e mais luminoso, de uma cor fosca, nada parecido com luz. Ele foi em direção de todos que ali estava, sem discriminação de quem é quem, para mim, todos ali eram inimigos e não precisava provar o contrario. Estava determinado a exterminar todos e era isso que iria fazer. Não tinha muitos motivos para tal, mas não estava dando à mínima.
Você usou o “, e uma segunda (...) “ como se tivesse uma segunda pessoa. Outra coisa, não fiz metade do que você disse, apenas levantei a espada. Continuo no mesmo lugar. Inu, por enquanto, limite-se a narrar o que aconteceu e o que você pretende fazer depois, para que eu não tenha que fazer post inúteis e sem muito sentido.
Ps: Isso não é Dragon Ball para que o cara, quando libera muito poder, ficasse com o corpo desproporcional. XD
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Inu-Yasha
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Jun 26 2009, 02:34 AM
Post #38
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Walker of the Darkness
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oof: Desculpa, acho que acabei entender errado o seu movimento, achei que tinha se movido. E mesmo não sendo dragon ball, uma energia fora de controle não o deixa mais leve, livre e solto, muito menos mais rápido, talvez um pouco mais forte.
Os três hollows que começaram a se aproximar depois da explosão causada pelo feixe de energia vermelha lançada por um dos hollow maiores, continuou se aproximando de Sato que ainda no mesmo lugar não avançou nada, apenas deixava a energia fluir, mesmo sem o total controle. Todos que estavam olhando para Sato se voltaram para suas lutas contra o mascarado logo em seguida parecia confiante que os três iriam eliminar Sato, ainda mais que o mais forte dava essa ordem.
Vendo a aproximação dos três hollow receosos em atacar, Sato largou a espada em sua frente mostrando agora um melhor controle sobre seu poder e começou a girar a espada em sua frente, fazendo essa mudar e começar a brilhar de uma forma estranha, e ir em direção a todos que estavam em sua frente. A espada passou no meio do hollow que estava na frente de Sato o pulverizando sem nada acontecer e os dos lados serem jogados com brutalidade para os lados.
Em seguida passou jogando o shinigami mascarado para trás o machucando e fazendo o seu sangue jorrar por todos os lados e a areia começar a ficar avermelhada, e explodiu no meio de todos os hollows, matando praticamente todos, menos o hollow mais forte que está distante e dois menos que estão escondidos atrás de grandes arvores petrificadas.
Hollow: --CHEGOU MAIS UMA! Vamos com isso quero vocês aqui lutando...
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Ryuujin
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Jun 27 2009, 01:00 PM
Post #39
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No fim de tudo, havia percebido o que havia perdido. Não foi difícil sentir a falta daquilo, falta daquela essência que corria em meu corpo, mas, depois de tanto tempo, havia percebido que não precisava seguir o caminho que via. Como diria Bruce Lee em “Operação Dragão”: Não pense. Sinta. E foi com isso em mente que cheguei aonde estava, no ápice de toda minha grandiosidade, não era apenas mais um humano, nem uma existência que poderia ser apagada sem o menor vestígio, agora era o verdadeiro Sato. E esse Sato, mais do que nunca, esta realmente perigoso.
Aquele meu ataque foi, surpreendentemente, mais poderoso que imaginava. Não somente decidiu aquela luta, como agiu da forma que agiria. Desta forma, de quase todos hollows que ali tinha, não sobrou nem um punhado direito. Respirava pausadamente, sentindo que o corpo não estava tão pesado como antes, nem tão leve, estava da forma que deveria estar, calmo e passivo. O poder que fluía, cessou, restando apenas a conseqüência como amostra do que tinha acontecido.
Voltava a posição normal, deixando o corpo pesar um pouco para o lado esquerdo. Esse que, incrivelmente, estava suportanto todo o problema. De volta ao mundo normal, quer dizer, aquele mundo que estava, tudo que me restava por ali era uma aglomeração de pessoas que nem fazia idéia. E não demorou muito para mais uma aparecer. - CHEGOU MAIS UMA! Vamos com isso quero vocês aqui lutando...
Realmente, se fosse o antigo Sato, estaria ficando claramente irritado com o que acontecia, mas por algum motivo que realmente não entendia bem, estava tão calmo que, se fosse possível, poderia chegar a sorrir. Não sabia quem era, mas pela forma que ele falou, obviamente não era algum aliado dele. Se é que eles tivessem aliados. Isso não me incomodava, apenas o fato de que, mesmo com toda essa libertação, não atingiria meu 100% no momento, ainda estava um tanto débil depois de tudo que havia acontecido e o numero crescente de ferimentos pelo corpo. Na verdade, tudo que poderia fazer era sobreviver e isso não iria ser tão difícil.
Como deveria pensar antes de agir, fato que raramente fazia, o ideal seria diminuir o contingente de alvos partindo para o mais forte e, assim, causando a confusão deles. Mas isso serviria apenas em grandes números, como havia exterminado todos eles com um único golpe, teria que fazer o inverso. Destruir os mais fracos para ficar mais rápido eliminar os mais fortes, e com esse pensamento, partia em alta velocidade em direção daquelas que havia escapado de meu ataque, visando obliterar sua existência da forma mais rápida possível.
Não corrigi e nem falei mais por pressa, mas o que fiz foi atacar todos menos o Shinigami, esse que apareceu e o lider.
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Inu-Yasha
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Jun 28 2009, 10:38 PM
Post #40
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Walker of the Darkness
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Mantendo-se a calma, diferente das outras vezes que logo explodia em fúria, chegando a perceber isso, Sato continuou no mesmo lugar observando os hollows que estavam ainda de pé depois do golpe que tinha desferido, e percebeu que todos os mais fracos haviam morrido, e que o shinigami mascarado recuava ferido.
E logo Satto partiu em alta velocidade em direção aos inimigos, vendo que de trás do hollow mais forte, mais alguns hollows começaram a aparecer, não dava para ver quantos, mas dava para sentir que todos erram muito fracos.
Chegando onde o seu golpe tinha acertado e matado muitos hollows, Sato ainda se deslocando, notou logo de chegada dois ceros sendo mirando em si, provenientes dos menos grandes, e os primeiros e mais fracos hollow se aproximando na corrida, parecia que tudo estava se dirigindo até Sato como se esse fosse o centro agora do ataque.
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Ryuujin
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Jun 29 2009, 11:00 AM
Post #41
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Com a atual conjuntura dos fatos, estava em um típico momento em que as coisas poderiam não dar como esperado, pelo menos, prezava por minha vida e, naquele lugar, não tinha com que preocupar quem era aliado ou não. Isso é algo que, mesmo agora, não me importava muito e, por isso, creio que até arranjar uma saída daqui, estava sozinho.
Suspirava um pouco, não importava muito com quantos hollows tratava, sempre aparecia mais. Isso me fazia pensar um pouco, afinal, que lugar teria tanto hollows como este? Realmente estava vendo que minha situação não estava ficando muito favorável, já que, pelo que me consta, tinha “entrado” em um buraco que foi aberto por algo que se assemelhava um hollow. Era como aquele antigo em forma de vaca, mas de alguma forma, este era mais humano que ele.
Quando havia parado, não demorou muito para dois feixes luminosos vir em minha direção. Como estava demonstrando um alto potencial de alvo, era isso que tinha virado. No momento, não teria como ficar lutando por muito tempo, ou seja, teria que vencer o líder ou fugir dali. O único problema era que, não importava para onde fosse, não tinha aonde ir. Novamente, me deslocava para trás em alta velocidade, agora procurando ver se encontrava o suposto líder. Ainda tinha um pouco de força para usar e não poderia mais desperdiçar.
Inu, não vamos perder tempo com bobagens, vamos agilizar o processo que já esta quase no fim. Arranja logo um jeito para encontrar o cara para que posso negociar.
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Inu-Yasha
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Jul 1 2009, 04:34 PM
Post #42
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Walker of the Darkness
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off: você fala do arrancar do shoping?
Percebendo que virou um alvo em potencial, ainda mais que por mais que matasse os hollows fracos, mais pareciam estar vindo em sua direção, ainda mais que viu dois feixes de luz vindo em sua direção provenientes de dois ceros dos menos grandes, Sato começou a se deslocar para trás e escapar dos golpes. Escapando pode ver a loucura que é o ataque dos hollows, pois os mais fracos conseguiram entrar na frente dos ceros, e serem disimados por esses após uma explosão. Nisso Sato notou que tinha voltado para a bifurcação que tinha ignorado.
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Ryuujin
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Jul 2 2009, 03:13 PM
Post #43
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Novamente sem muita opção, estava em um singelo jogo de gato e rato, enquanto tentava, de alguma forma, achar uma saída daquele lugar. O problema maior ficava na quantidade de pessoas que ali tinha, e toda querendo me matar, e ainda nem fazia idéia de onde estava. Os problemas iam se acumulando de uma forma bem rápida e problemática.
Durante aquele ultimo ataque que haviam feito em minha direção, podia ver que a falta de inteligência era algo até comum naquelas criaturas, não demorou em que o ultimo ataque matasse uma boa quantidade de hollows que entrou no meio do disparo procurando me pegar. Como já havia dito, não tinha muito que fazer que não fosse fugir dali e na busca do líder, acabava me perdendo novamente.
Não sabia onde estava, só que tinha uma bifurcação em minha frente. Ainda sentia um pouco do cansaço, e se não fosse atrás de algum descanso iria acabar desabando. Olhando com mais firmeza, percebia um traço único que ia para uma direção naquela bifurcação, então, como conseguencia daquilo, o mais obvio era seguir a direção oposta e foi isso que acabei fazendo.
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Inu-Yasha
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Jul 3 2009, 03:06 PM
Post #44
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Walker of the Darkness
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Fugindo do ataque dos outros hollows, para ficar apenas focado no suposto líder do local, Sato acabou se perdendo e voltando para um ponto que tinha passado sem perceber, que agora cansado escolheu o caminho oposto. O caminho bem calmo quanto mais Sato o percoria mais sentia o silencio do local, chegando quase a sentira o barulho da respiração e outras funções básicas, e o caminhar mesmo na área fazia barulho.
Caminhou um tempo sem perceber até que estava começando a sair da floresta, pode ver mais a frente um pouco distante um grupo de hollow correndo em direção da garota que tinha acompanhado Sato até o local, sendo que mais atrás dos hollows, Sato pode ver o primeiro arrancar que conheceu no estacionamento do shopping caminhando e chutando a arreia enquanto seguia os hollows.
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Ryuujin
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Jul 4 2009, 01:45 PM
Post #45
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Os ultimos 3 paragrafo.
Depois de certo tempo, havia uma necessidade em buscar algumas respostas que estava começando a me irritar. Ultimamente, as coisas andavam um tanto irritante que, em pouco tempo, percebia que já não havia mais solução para aquilo. De certa forma, não havia mesmo uma solução correta para aquilo, por isso busquei a reformulação da pergunta para tornar as coisas mais simples.
Minha solução foi simples.
No momento, estou andando como um idiota sem rumo, estava assim desde que entrava naquele lugar que nem fazia idéia do que seja, apesar de ter certas especulações a respeito do problema onde estava, mas iria deixar isso mais para frente, assim que tiver um tempo de descanso e pudesse de alguma forma, recuperar o outro braço que não iria demorar muito para perder.
Continuava a andar, o lugar não era um dos mais agradáveis, mas me pareceu estar ficando cada vez menos movimentado. Não tinha mais barulho, tudo que tinha era apenas minha respiração entrecortada, buscando recuperar e manter os últimos resquícios de energia que tinha, mas conforme ia andando, percebia o quanto complicado era minha situação. Realmente não tinha muitos lugares para ir e o que fazer. Era como procurar uma agulha em um maldito oceano sem ter nada, alem de um pouco de vontade, para tal.
Depois de mais algum tempo, finalmente chegava há algum lugar. Não que isso fosse algo, mais já servia para alguma coisa. Quando estava saindo daquela floresta improvisava, podia ver com clareza que a situação não havia mudado. Não achava uma saída, pelo contrario, estava mais perdido ainda. Estava começando a ficar cansado. Não importava para onde ia, tudo que encontrava era, ou inimigos ou mais areia. Nem sabia como tinha ido para lá, obviamente iria ser bem difícil arranjar uma saída dali, mas aquilo já estava beirando o ridículo.
Conforme ia andando, conseguia ver uma certa movimentação mais afrente. Pela forma, não estava vindo, e sim indo, o que me fez ficar um tanto intrigado. Movia-me furtivamente, assumindo uma grande distancia para que pudesse ver o que acontecia. Como já estava com cerca de 60 % de toda minha energia esvaída, qualquer problema a mais poderia se tornar um grande problema. No meio daquela confusão, via aquela garota intrometida correndo, talvez tivesse feito o que não devia e agora estava ferrada. Poderia ir ajudar-la, se ela não fosse intrometida e se tivesse alguma vontade de sair de onde estava. Pena.
Depois de ver que tinha uma quantidade moderada de hollow, via que tinha uma outra pessoa, de certa forma, conhecida ali. Foi ele que havia pegado Yoko. - Espero que tenha aproveitado muito ela. – Murmurava com certo desdém. Na verdade, ainda estava processando a idéia de matar-la, mas poderia julgar que ela já tivesse sido morta. Isso se não aproveitaram do corpo dela, como havia feito, mas isso não importava. Apesar de tudo que havia passado com ela, as chances de Yoko morrer por minhas mãos aumentaram cada vez mais que ficava naquele lugar, que via coisas que me irritavam. Obviamente, seria bem melhor para ela já estar morta do que ter que me ver a matando. Alias, ainda tinha uma outra pessoa que gostaria de ter uma conversa possivelmente letal, e essa pessoa estava fugindo agora de um monte de hollow.
Estava em um dilema. Realmente poderia ir na surdina até onde, seja lá qual lugar, eles vão, ou poderia atrair a atenção, possivelmente matar aquelas pessoas que estão na lista ou ser capturado ou morto. As escolhas vão varias, chances são poucas, mas no fim, estava condenado de qualquer forma mesmo. Sem um braço, sem alimento e sem chance de fuga, o que poderia fazer por muito tempo naquele lugar estranho?
Puxava o ar com força, soltando pela boca. Não tinha muita escolha e praticamente todas elas me levavam a um só caminho: A morte. Não importava o que fizesse, não tinha muita solução de sair vivo dali, então teria que agarrar a única coisa que poderia me livrar daquilo. Fugir não iria adiantar, então teria que atacar, como sempre fazia.
Como me era permitido, conseguia extrair um pouco do que me restava de energia, diminuindo consideravelmente o que ainda me restava, tirando cerca de 30% do que me restava, dando apenas o suficiente para ficar de pé. Aquela espada mudava novamente de forma, e novamente atraia a atenção de quem quer que possa sentir, como normalmente fazia, o ataque foi simples, mas abrangente. Atirado de uma certa distancia para causar o maior dano possível, um traço de fogo, já que não tinha luz o suficiente para fazer algo, no fim, tudo que poderia esperar era que viessem e, com muito azar, acabasse morto.
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