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Sasshin no Shoukan: Inisharu no koui - Mitateru
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Topic Started: Apr 20 2009, 06:32 PM (1,850 Views)
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Ryuujin
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Apr 20 2009, 06:32 PM
Post #1
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Last: Sasshi no houken: Nanoka no koui – Mirai
[align=center] “Livro da Redenção: Ato Inicial - Escolha.” [/align]
[align=center]Uma semana depois[/align]
Havia se passado um semana desde o acontecimento daquele dia. Realmente, por mais apaixonado que estivesse por Yoko, estava completamente inundado por um sentimento contrario aquilo. Não poderia negar que o que ela tinha de beleza, não tinha em inteligência, ela era burra demais para não perceber algo obvio e, como já havia pensado, se condenou. Agora ela tinha sumido e agora não tinha nada que pudesse fazer. Estava bem irritado, a ponto de simplesmente não querer fazer nada a respeito. A ponto de não querer mais sair de casa.
O dia tinha clareado mais cedo do que o relógio havia tocado. Era realmente desagradável ter aquele sol batendo nos olhos no momento em que você dormia e isso foi o motivo para ter acordado mais cedo. Como já era esperado, Yoko não estava ali, nua, me abraçando, como sempre eram as coisas naquele ultimo mês. Confesso, sentia falta daquilo, mas estava satisfeito pelo o que havia acontecido, Yoko não foi uma pessoa capaz, não fugiu, teimou em lutar mesmo sem poder fazer isso, provocou e foi levada para não faço ideia aonde. Não pude fazer nada, ou talvez não queria fazer nada? Ambas as perguntas estavam certa, estou com raiva de Yoko, quase morri tentando fazer com que ela pudesse fugir, mas a imbecil não fez nada, continuou ali, ao mesmo tempo, aquele carinha de merda tinha razão, não era forte o suficiente para poder parar-lo naquele momento. Um motivo a mais para sentir mais raiva.
A cama ainda tinha o cheiro doce que emanava de seu corpo, quanto mais ficava ali, mais um sentimento angustiante tinha no peito. Aquela sensação ardia fazendo com que uma lágrima escorresse de meu rosto, mesmo sem perceber, mesmo sem querer. Levantava e ia me preparar, como era de costume. Ia para a escola, era tempo de esquecer de Yoko. Ela não ia voltar, não esperava que ela voltasse, agora, tudo que queria era apenas esquecer que ela havia existido. Chegava na escola como sempre, quer dizer, não como sempre. Sem Yoko por ali, parecia que me faltava algo, era aquela sensação que odiava. A necessidade de algo ou de alguem.
Ia para sala em silencio, sem prestar atenção nas pessoas em volta, sentava na minha mesa e ficava ali, em silencio. Não tinha sorriso, não tinha muita expressão, não era o mesmo de antes, antes de conhecer Yoko. Era apenas um novo Sato, um apos Yoko.
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Inu-Yasha
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Apr 20 2009, 07:51 PM
Post #2
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Walker of the Darkness
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Havia passado um bom tempo desde o fatídico dia em que levaram para outra dimensão a proprietária da casa onde Sato está morando atualmente, assim o cheiro dela continuava fortemente impregnado em todos os lados, principalmente na cama onde Sato dorme o que o fazia se lembrar mais da amada, e com isso sentir mais raiva da idiotice que ela tinha feito.
Mesmo depois de tempo sem ir para o colégio, Sato se preparou como de costume e seguiu até ele, chegando um pouco cedo, onde pode ver algumas garotas comentar sobre o sumiço de Yoko, algumas olharem de canto, mas nenhuma se aproximar de Sato, e quando estava chegando à sala viu os dois moleques que fugiram no shoping fugir entrando na sala do lado. No quarto negro escrito: Prova! Sentem um atrás do outro.
Logo em seguida os alunos, colegas de Sato começaram a chegar e se sentarem nos seus lugares, para o ultimo que chegou com uma pilha de papeis começar a distribuir eles, e em seguida a folha com as questões da prova.
Colega: --A prova é com consulta, e a professora logo chegara.
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Ryuujin
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Apr 26 2009, 10:25 PM
Post #3
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Esta ali, sozinho. Não que isso fosse um problema maior, mas a situação era realmente desconfortavel. Sem Yoko, poderia dizer que minha vida tinha voltado a algo semelhante ao que era, não exatamente igual pelo fato de que houve um tempo para que pudessemos alterar vários fatos de minha vida, uma era estar ali no colégio. Ignorava muita coisa, principalmente os comentários sobre Yoko, ninguem tinha tido coragem para perguntar algo para mim, o que era realmente sábio. Não estava nem um pouco afim de dar explicações.
Depois de ter entrado e visto que o problema corria atrás de mim, sentia que não tinha muita necessidade para fazer algumas coisas. Poderia deixar esse problema de vida escolar para um outro momento. Talvez ano que vem. Dava uma pequena suspirada, quando ouvia um aleatório falar algo. Não falava nada, apenas esperava as coisas acontecerem, quando tudo estava até se mostrando, dava uma nova suspirada.
Não estava com cabeça para fazer algo, prova era uma das ultimas coisas que tinha vontade para fazer. Não interessava se era com consulta ou não, nem tinha nem matéria para tal. Levantava, não tinha o que fazer ali, ia voltar para casa e sentir o cheio de Yoko novamente na cama. Era tudo que poderia fazer.
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Inu-Yasha
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Apr 27 2009, 06:30 PM
Post #4
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Walker of the Darkness
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Não se preocupado com os estudos, muito menos com uma prova que provavelmente não viu nem metade da matéria, devido o longo tempo que ficou sem ir para o colégio, chegando a não reconhecer muito dos colegas, ainda porque a maioria era novatos, Sato se ergueu da cadeira e seguiu para voltar para a casa, onde poderia sentir a amada que havia sumido. No corredor saindo da sala, sentiu a presença espiritual semelhante a de Yoko, mas essa logo sumiu.
Chegando na frente de casa, mas presisamente na frente da taverna do velho, sentiu novamente a mesma presença espiritual, mas antes que pudesse procurar pelo dono um garoto aparentando ter entre dezoito, dezenove anos parou na frente de Sato.
Garoto: --Desculpa aparecer assim do nada, mas você é o Sato?! Sabe me dizer o que aconteceu com a Yoko, era para ele ter ido terminar o treinamento dela, mas ela sumiu, não sinto nem a presença dela. Ela não morreu?
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Ryuujin
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Apr 30 2009, 09:29 PM
Post #5
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Saia da sala mais por falta do que fazer do que realmente aparecia. Em suma, não estava tão animado para fazer algo, nem sabia o motivo de ter saido de casa, se fosse para ter a vida de merda que tinha, era melhor desistir de vez, como geralmente fazia. Isso poupava problemas, dores de cabeça e esforço. Sair daquela escola, no momento, era a melhor coisa para fazer. Muita gente, muita conversa, pouca vontade de ver aquelas caras desconhecidas e conhecidas. No fim, vai ser como falei, ir para casa e procurar um jeito fácil de morrer que não envolva suicídio.
Naquele momento, não sabia dizer bem se amava ou não Yoko, estava voltando naquele estado de confusão, porem, estava certo de uma coisa. Realmente estava um tanto furioso com o que acontecia, o que acabou se tornando algo bem preocupante. Colocava a mão no bolso e saia tranquilamente da sala, poderia considerar mais coisas, mas era tudo que fazia, ao caminhar, sentia uma pressão espiritual, semelhante aquela garota que confundia meu sentidos, o que acabou tornando aquela vontade de passar desapercebido algo impossível de se fazer. Era visível uma mudança física em minha expressão, os olhos tornaram a brilhar de uma forma viva, não de felicidade, pelo contrario, era um brilho que chegava a dar impressão de que estava a ponto de perder o controle. O que era verdade.
Breve. Depois não sentia mais nada. Mas isso não me acalmou, continuei atravessando o pátio da escola com uma certa raiva, mas conforme ia andando, ia ficando mais relaxado. Talvez porque passei a pensar em outras coisas que não fossem aquelas que me irritavam. Não demorou muito para chegar em casa, ou pelo menos, perto dela. [???]- Desculpa aparecer assim do nada, mas você é o Sato?! Sabe me dizer o que aconteceu com a Yoko, era para ele ter ido terminar o treinamento dela, mas ela sumiu, não sinto nem a presença dela. Ela não morreu? - Ótimo, era tudo que precisava. Estava parado ouvindo algo que realmente não queria. Ao me virar, deparava com uma pessoa um tanto velho, em comparações, mais velha que eu. Era a mesma sensação de antes, logo, poderia julgar que aquele ali estava me seguindo, o que piorava ainda mais aquela situação.
Puxava o ar com firmeza, soltando brevemente, ficava em silencio antes de dizer de forma convicta. - Não me interessa. - Virava-me, realmente não me interessava se ela estivesse viva ou morta, se eu era ou não aquele que ele procurava. Queria paz, queria pensar em muitas coisas para que, no fim, pudesse desistir delas. Ia para casa em silencio, como se não tivesse acontecido nada. Nessa vida inteira que tive, pude perceber uma coisa: Nunca poderia ser feliz.
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Inu-Yasha
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May 1 2009, 06:57 PM
Post #6
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Walker of the Darkness
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O garoto não falou nada a mais para Sato, apenas se afastou com um passo para trás e seguiu até o companheiro que está dentro do mercado, do qual Sato sentia a presença ao contrario do primeiro que não tem energia espiritual. E seguiu para a casa de Yoko, pois mesmo sendo de aluguem quem estava a mantendo era ela, chegando rapidamente até ela já que não precisava caminhar muito.
Adentrando a casa sentiu logo de entrada o cheio de Yoko impregnado em quase todos os moveis, e está tudo arrumado coisa que não estava quando havia saído de casa para o shopping, e a televisão da sala está ligada no canal de desenhos. A janela que da para o mercado está aberta de onde pode ver os dois quincys discutindo e procurando pistas.
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Ryuujin
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May 2 2009, 02:15 PM
Post #7
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A atitude tomada foi feita de forma rápida. Não era necessário ter uma boa explicação de porque havia feito tudo que fiz, sentido tudo que senti, tinha apenas que considerar o momento de forma mais abrangente e ignorar as possíveis causas. Simplesmente não esperava dar uma resposta concreta para ele, não queria saber do assunto e ficar tocando nele a todo momento não era a coisa mais inteligente para fazer, se for resumir, estava agindo de uma forma mais simples do que esperava.
Como se fugindo de um animal, aquele garoto não fazia nada depois que falava, seguia para casa o deixando ali. Se ele fizesse alguma coisa, poderia ser um indicio de que as coisas poderiam terminar de uma vez. Não tinha medo, realmente não tinha mais medo de nada.
Aquela casa estava me deixando mais irritado. Quanto mais queria fugir, mais me perseguia e me segurava. Se tinha um bom motivo para arranjar uma casa no passado, acabava de arranjar outro. O ar entrava e saia rapidamente de meu peito, era uma respiração forçada, como se a utilizava para controlar a pulsação, o sangue, não queria ficar irritado, queria esquecer de tudo. Mas as o mundo não conspirava ao meu favor, nunca me ajudou em nada, só eu ter nascido já era uma amostra. - Apareça. - O tom era autoritário. Alto o bastante para ser ouvido naquela casa inteira. Tinha alguem ali e queria saber quem era. Se fosse mais um daqueles idiotas a procura daquela vadia, iria dispensar de uma vez e recomeçar a fazer o que estava procurando antes de encontrar com ela.
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Inu-Yasha
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May 3 2009, 05:45 PM
Post #8
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Walker of the Darkness
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A casa de sua amada e odiada Yoko estava de uma forma tão arrumada que Sato desconfiou que alguém poderia estar no local, mesmo sentido pela presença espiritual que quem tinha feito aquilo tinha sido os dois garotos quincys que são apenas um pouco mais velho.
E gritou achando que alguém iria se revelar, quando uma forte presença espiritual apareceu como se tivesse caído uma estrela do seu, e não uma qualquer, muito semelhante a do arrancar do estacionamento.
Pela janela aberta Sato pode ver os dois quincys partindo com tudo em direção do epicentro da energia espiritual que havia chegado, e que não havia ninguém na casa de Yoko, apenas havia aparecido mais um problema entre os diversos que Sato já tem.
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Ryuujin
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May 3 2009, 08:44 PM
Post #9
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Fiquei em silencio por um tempo. Não ouvia nada. Com uma pequena corrente de vento, percebia que a janela estava aberta, era tudo que precisava saber. Realmente, estava ficando um tanto irritado com aquilo, aquela invasão somada com todo os problemas que estava tendo nos ultimos dias estavam me deixando louco. Puxava o ar pela boca, curvava um pouco o corpo para frente, o ar que saia pela boca era em forma de fumaça, ocorria uma mudança por causa da temperatura e esse era o problema.
Apertava o punho com força, força o bastante para fazer algumas gotas de sangue cair no chão. Estava naquele momento que enlouquecia, a alma forçava o corpo a sair. No fim, tudo que tinha no momento era um punhado de furia no peito. Naquela mesma forma, sentia uma pressão forte, forte o bastante para clarear minha mente por alguns segundos, o bastante para liberar o corpo e sair da casa. Não antes de notar que aqueles dois que haviam mexido em minha casa corressem na direção. Supostamente, se eles conheciam Yoko, não era tão dificil imaginar que eles eram Quincy, mas isso não me importava. Até hoje, nunca havia conhecido um que servisse para algo.
Saia de casa, passos eram moderados, não estava a ponto de explodir como antes, mas não estava tão feliz. Puxava a espada da bainha e, sem qualquer frase, ela já ia para aquela forma incomum. As chamas negras do odio que consomem toda a existencia. Com uma leve agachada, utilizava o Shumpo para chegar perto o bastante do que havia aparecido. Deve ser outro como aquele que havia levado Yoko, poderia ter uma chance de baixar o sarafo no safado e descontar um pouco da raiva que sentia.
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Inu-Yasha
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May 4 2009, 03:14 PM
Post #10
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Walker of the Darkness
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Novamente Sato estava entrando em estado de fúria depois de alguns dias na completa paz e indiferença com o que acontecia, mas os últimos fatos que havia acontecido fizeram chegar a esse estado. O que o fez sair do corpo na forma shinigami e partir em direção a pressão espiritual, onde no caminho ficando irado acelerou chegando rapidamente a velha conhecida praça. Chegando à praça se deparou com algumas árvores caídas, em cima de um tronco quebrado em três partes dava para ver metade das pernas de um humano, mas para o lado metade do tórax e não muito distante a cabeça e o resto do corpo. No centro da destruição um garoto, tendo cravado em um dos braços o segundo quincy, justamente o que havia falado com Sato.
Quincy: --Não sei de nada!
O garoto arrancar é aparentemente um pouco mais velho que Sato, com a barba ainda para fazer, cabelos curtos e brancos despenteados, e usando a roupa igual ao garoto do shopping. Tem um pedaço da mascara hollow que cobre todo o olho esquerdo, o nariz e faz a volta até a metade da nuca, onde nesse lado o olho é vermelho, constrastando com o outro lado azul.
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Ryuujin
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May 4 2009, 07:39 PM
Post #11
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Chegava no lugar, não tinha muita coisa que para se fazer ali que não era o que precisava fazer. No fim, depois de tudo algo era inevitável, não poderia viver em paz, não estando vivo. Tinha claros sinais de luta por ali, ou simplesmente um hollow completamente perdido. Esse plano era algo que não tinha em mente, sempre fazer as coisas de uma forma que não poderia mais fugir.
Chegava rapidamente, mas nem houve tempo de ver o que acontecia com aqueles outros dois, foi rápido o bastante para massacrar. Ou eles eram fracos demais, o que poderia ser apenas essa possibilidade, até hoje, nunca havia encontrado algum quincy capaz de lutar, eram sempre os alvos, sempre os que morriam. Aquela situação estava mostrando uma chacina que pouco me importava, se for ver, insetos tinham que morrer de qualquer forma, o problema ficava ao cargo daquele hollow estranho, no fim, era ele que era forte demais.
Ali tinha mais um daqueles que estava procurando aquela vadia da Yoko, ele estava morrendo, o que não me era muito importante, um a mais ou a menos... Dei um passo adianta, movia em velocidade seguindo um caminho ereto entre eles, poderia terminar as coisas de uma forma mais rápida, por isso utilizava Shumpo para passar entre eles indo para o outro lado, naquele movimento, atacava os dois rapidamente, acertando o quincy na altura do pescoço e o outro na altura do braço.
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Inu-Yasha
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May 5 2009, 11:14 PM
Post #12
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Walker of the Darkness
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Adentrando a destruição do campo de batalha que havia se transformado a praça em alta velocidade, Sato se aproxima do quincy que está semi-morto nas mãos do arrancar, desferindo um golpe duplo, um no pescoço e outro no braça, retalhando assim o quincy e terminando de matá-lo. O arrancar olha a cena dando um passo para o lado e balançando o braço para jogar o sangue do quincy no lado.
Arrancar: --Porque matou o seu semelhante humano? Ele ainda não tinha me dado todas as respostas.
Respondendo de uma forma cala o Arrancar sacou sua espada e se aproximou com uma rápida passada, semelhante ao shumpo e desferiu um golpe na diagonal de cima para baixa, para no golpe fazer a espada subir e desce-la rapidamente na vertical batendo com força no mesmo lugar e repetindo mais um vez, só que dessa fez recuando um pouco mais a espada.
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Ryuujin
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May 6 2009, 05:12 PM
Post #13
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Respirava e soltava o ar suavemente pela boca. O pé direito tocava no chão seguindo do outro pé, continuava caminhar traquilamente, como se tivesse apenas dado um passo a mais. Ficava em silencio, ignorava toda aquela cena passando a guarda o sentimento dentro do corpo evitando que o mesmo fugisse do controle. Ficava de costa para eles, apenas ouvindo o corpo daquele quincy fazer um baque seco no chão. Puxava o ar pela boca e soltava pelo mesmo sem fazer muita força. Estava em um estado que poderia ser considerado como o mais maligno possível. Dentro daquela casca falsa de pura compreensão e serenidade, estava queimando de ódio.
[???]- Porque matou o seu semelhante humano? Ele ainda não tinha me dado todas as respostas. - Ele dizia, apenas fechava os olhos e baixava um pouco a cabeça. Ouvia o barulho de ferro, possivelmente retirando a espada, continuava ali, calmo. Ele rapidamente se movia em minha direção, da mesma forma que o outro fazia, esse movimento fazia um barulho peculiar. Soltei o ar. Minha espada começou a brilhar, diferente de antes, tudo que restava era apenas um corpo para trás. Utilizava o Shumpo para me movimentar para o lado desviando de seu corpo, mas não era somente isso, deixava muito indícios por ali.
Utilizava um poder diferente. Passava aquela espada para a forma passiva dela, na qual me pareceu que poderia controlar a luz. Criava não um, mas vários clones perfeitos. Tirando apenas o olfato, de resto eram todos iguais. Com sombra, com mobilidade e funcionalidade. Abria os olhos e olhava para ele. Não estava em um momento que poderia ser considerado bom, estava realmente entrando de cara no meu maior medo.
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Inu-Yasha
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May 6 2009, 09:21 PM
Post #14
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Walker of the Darkness
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Recuando com uma rápida passada para trás, Sato conseguiu se esquivar do golpe por muito pouco, vendo a espada do arrancar passar muito próxima do nariz e ganhar o chão com muita brutalidade e enquanto recuava ver o arrancar repetir o mesmo movimento, abrindo assim uma cratera no chão da praça, já que mesmo errando o primeiro golpe continuou a golpear o chão.
Parando a alguns passos do arrancar, Sato muda a forma de sua retalhadora de almas, e cria três clones de luz muito perfeitos, todos voltando para o arrancar. O arrancar suspira passando a mão na barba, e ergue sua espada a colocando em cima do ombro, e com a outra fez um sinal chamando os três satos para cima.
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Ryuujin
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May 10 2009, 06:00 PM
Post #15
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Silencio. Ficava mantendo o lugar apenas o som habitual, estava complacente quanto a todas as atitudes que vinham de fora ou de dentro. Estava indo para o típico momento em que as coisas poderiam perder o controle a qualquer momento. Era complicado controlar, complicado ficar agindo como se as coisas não acontecesse, estava a momentos de ficar um tanto mais descontrolado.
Ele queria brigar, eu queria retaliação. - Semelhante? - Dizia em um tom de completo desprezo. Mudava de posição ficando um pouco na lateral, enquanto esticava o braço mostrando um pouco mais a espada. Os clones não fizeram nada, todos mantendo posições normais de combate. - Ele não passa de um verme... Como você. - Completava. Realmente estava ficando descontrolado, a espada saia daquela sua forma branca para a negra, ao mesmo tempo que mudava a expressão nos olhos. Aquela pressão espiritual que liberava era grande, como se tivesse dando um forte indicio de que queria terminar aquilo rapidamente, por isso, colocava até a ultima gota de todo meu maldito poder naquele ataque. Os clones passaram a se movimentar em direção daquele cara, explodindo em um puro ataque de energia. Foi a transferência de minha energia para eles o transformando em bombas.
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